IBGE aponta alta no PIB de Maceió, mas queda de uma posição no ranking nacional







Crescimento em 2017 foi de 2,4% em relação ao ano anterior; ainda assim, a capital alagoana caiu para 39º. PIB 2017 de Maceió cresceu 2,4%, chegando ao valor de R$ 21,82 bilhões

Matheus Tenório/G1

Maceió conseguiu uma alta de 2,4% no Produto Interno Bruto (PIB) em 2017. Mesmo com esse crescimento, a capital alagoana caiu uma posição no ranking nacional do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A informação foi divulgada nesta sexta-feira (13).

O PIB, que em Maceió chegou ao valor de R$ 21,82 bilhões, é a soma de todos os bens e serviços produzidos em um determinado período de tempo na agropecuária, indústria e serviços e serve para medir a evolução da economia.

Os dados apresentados no estudo “PIB dos Municípios 2017” mostram que também caiu a participação da capital alagoana no PIB nacional, passando de 0,34% em 2016 para 0,33% em 2017. Ainda assim, Maceió continua sendo o único município alagoano na lista dos 100 maiores PIBs do ano.

A maior participação na economia da capital foi do setor de Serviços, seguido de Indústrias de Transformação, devido à fabricação de bebidas e produtos químicos.

Em todo o Brasil, apenas sete municípios eram responsáveis por 1/4 do PIB nacional, sendo de São Paulo (SP) a principal participação, com 10,6% (RS 6,583 trilhões).

Os maiores PIBs

Dos cinco municípios alagoanos com maior valor do PIB, a maioria está na Região Metropolitana de Maceió. Os outros ficam no Agreste e no Litoral Sul do estado.

Maceió – R$ 21.827.917

Arapiraca – R$ 4.100.975

Marechal Deodoro – R$ 1.900.327

Coruripe – R$ 1.378.288

Rio Largo – R$ 1.020.537

De acordo com o levantamento do IBGE, destacaram-se em Arapiraca o Comércio, a Administração Pública e a Agricultura. Já em Marechal Deodoro, o destaque foi para Indústrias de transformação, com a fabricação de produtos químicos e de produtos de borracha. Em Coruripe, as principais atividades foram a Agropecuária, com a cultura da cana-de-açúcar, e Indústrias de transformação. Rio Largo teve sua economia puxada pela Administração Pública e pelo Comércio.

O levantamento também apontou os municípios com a maior evolução do PIB 2017 em relação a 2016:

Jacuípe (160,27%)

Porto de Pedras (95,04%)

Passo de Camaragibe (70,55%)

Feira Grande (56,20%)

São Brás (52,71%)

Veja mais notícias da região no G1 Alagoas

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Crescimento em 2017 foi de 2,4% em relação ao ano anterior; ainda assim, a capital alagoana caiu para 39º. PIB 2017 de Maceió cresceu 2,4%, chegando ao valor de R$ 21,82 bilhões

Matheus Tenório/G1

Maceió conseguiu uma alta de 2,4% no Produto Interno Bruto (PIB) em 2017. Mesmo com esse crescimento, a capital alagoana caiu uma posição no ranking nacional do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A informação foi divulgada nesta sexta-feira (13).

O PIB, que em Maceió chegou ao valor de R$ 21,82 bilhões, é a soma de todos os bens e serviços produzidos em um determinado período de tempo na agropecuária, indústria e serviços e serve para medir a evolução da economia.

Os dados apresentados no estudo “PIB dos Municípios 2017” mostram que também caiu a participação da capital alagoana no PIB nacional, passando de 0,34% em 2016 para 0,33% em 2017. Ainda assim, Maceió continua sendo o único município alagoano na lista dos 100 maiores PIBs do ano.

A maior participação na economia da capital foi do setor de Serviços, seguido de Indústrias de Transformação, devido à fabricação de bebidas e produtos químicos.

Em todo o Brasil, apenas sete municípios eram responsáveis por 1/4 do PIB nacional, sendo de São Paulo (SP) a principal participação, com 10,6% (RS 6,583 trilhões).

Os maiores PIBs

Dos cinco municípios alagoanos com maior valor do PIB, a maioria está na Região Metropolitana de Maceió. Os outros ficam no Agreste e no Litoral Sul do estado.

Maceió – R$ 21.827.917

Arapiraca – R$ 4.100.975

Marechal Deodoro – R$ 1.900.327

Coruripe – R$ 1.378.288

Rio Largo – R$ 1.020.537

De acordo com o levantamento do IBGE, destacaram-se em Arapiraca o Comércio, a Administração Pública e a Agricultura. Já em Marechal Deodoro, o destaque foi para Indústrias de transformação, com a fabricação de produtos químicos e de produtos de borracha. Em Coruripe, as principais atividades foram a Agropecuária, com a cultura da cana-de-açúcar, e Indústrias de transformação. Rio Largo teve sua economia puxada pela Administração Pública e pelo Comércio.

O levantamento também apontou os municípios com a maior evolução do PIB 2017 em relação a 2016:

Jacuípe (160,27%)

Porto de Pedras (95,04%)

Passo de Camaragibe (70,55%)

Feira Grande (56,20%)

São Brás (52,71%)

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