Adutora clandestina é descoberta em fazenda do sudoeste da BA


Caso ocorreu em Belo Campo. Segundo empresa, em um mês, cálculos apontam que a adutora tenha desviado 1.800 milhão de metros cúbicos. Embasa denuncia adutora clandestina de água em fazenda no sudoeste da Bahia
Uma tubulação clandestina, com capacidade de desviar até 1.800 metros cúbicos de água por dia, foi descoberta em uma fazenda em Belo Campo, cidade do sudoeste da Bahia. Segundo a gerência regional da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa), o dono da localidade vai ser denunciado.
“O procedimento da Embasa é notificar o empresário e judicializar esse furto que foi feito”, disse Joselito Pires, gerente regional da Embasa.
A situação foi descoberta após a empresa notar a diferença no abastecimento de água em Belo Campo. Entre elas, a Embasa pontuou que sempre que uma obra na rede de água precisava ser realizada, a situação demorava muito para ser normalizada na cidade.
O empresário usava uma ligação clandestina para render água. A tubulação pirata era de aço, com 50 milímetros. Já a da Embasa é de 300 mm.
Segundo a empresa, em um mês, os cálculos apontam que a adutora tenha desviado 1.800 milhão de metros cúbicos. Essa quantidade dava para abastecer 9 mil residências, consumindo em taxa mínima, durante um mês.
“Além de causar falta d’água para população, causa um prejuízo financeiro para a Embasa. Além do mais, toda perda e furto de água faz com que toda a tarifa de água aumente para toda a população do estado. A tarifa é igual para todas as cidades. Na composição do valor da conta de água, entra toda a água produzida, e não apenas a cobrada para a população”, concluiu Joselito Pires.
Adutora clandestina é descoberta em fazenda do sudoeste da BA; Embasa denuncia proprietário.
Reprodução / TV Sudoeste
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