Economia

"Crise política preocupa 97% dos sócios do Lide", diz CEO da entidade

| Redação

"Crise política preocupa 97% dos sócios do Lide", diz CEO da entidade









<p suitastyle=”direction:ltr; margin:0px 0px 0px 0px; text-decoration:none;font-variant:normal;line-height:0.92;letter-spacing:-0.02em;text-align:left;font-size:12.29px;font-family:’Mercury Text G1 Regular’;word-break:break-all;font-weight:normal;font-style:normal;”>Acontece nesta terça, na <b>Fiesc</b> , em <b>Florianópolis</b> , mais uma reunião-almoço do <b>Lide </b> Santa Catarina. O CEO do Lide Brasil, <b>Gustavo Ene</b> , estará no evento para divulgar as prioridades deste ano, sobre as quais ele fala na entrevista a seguir. O evento terá também palestra de César Ferreira, presidente do grupo Cambuci, dono das marcas Penalty e Stadium no país. <br><br><strong>Quais são os principais projetos do Lide Brasil  para este ano?</strong><br>O Lide vai continuar a trajetória de crescimento que vem desde 2003. Obviamente, nosso ritmo de expansão está menor, mas não parou. O Lide teve resultado positivo em 2015 e 2016 e vamos continuar crescendo em 2017. Inauguramos uma unidade nova no Mato Grosso do Sul e temos mais duas previstas para o Brasil. No exterior, abrimos o Lide Paraguai. Temos mirado muito para dentro, no fortalecimento dos nossos processos para quando chegar o próximo ano, que promete ser mais promissor, o Lide possa ter um crescimento mais acelerado.</p><p suitastyle=”direction:ltr; margin:0px 0px 0px 0px; text-decoration:none;font-variant:normal;line-height:0.92;letter-spacing:-0.02em;text-align:left;font-size:12.29px;font-family:’Mercury Text G1 Regular’;word-break:break-all;font-weight:normal;font-style:normal;”><strong>Como está o Lide em SC?</strong><br>A unidade de SC sempre foi uma das mais promissoras. Está entre as cinco que mais crescem todos os anos. Há empresas com mais dificuldade que se afastam temporariamente, mas outras acabam aderindo. E temos também no Estado um forte trabalho do <b>Lide Mulher</b> e o <b>Lide Futuro</b> . No Lide Mulher, temos a liderança da <b>Fernanda Bornhausen</b> , que tem feito um trabalho exemplar à frente desse grupo que é trazer cada vez mais as mulheres para as posições de liderança dentro das corporações.  <br><br><strong>Qual é o foco do Lide?</strong><br>Um é a geração de conteúdo para promover a melhoria do ambiente Brasil. Se melhora o ambiente Brasil, melhora para as nossas empresas. O outro é promover as relações empresariais. É criar um ambiente onde as empresas podem promover o relacionamento corporativo e gerar negócios. Temos também o Lide Empreendedorismo Social, presidido pelo Lira, da Fundação Falconi, e na área de educação temos o Mário Anceloni, que faz um trabalho para qualificação do ensino fundamental junto ao <b>instituto Airton Senna</b> .   <br><br><strong>Como o Lide se organizou para suprir a ausência do fundador João Doria, que assumiu a prefeitura de São Paulo?</strong><br>Nossa estratégia foi trazer nomes fortes para a liderança. O empresário e ex-ministro do Desenvolvimento Luiz Fernando Furlan assumiu o cargo de chairman. O economista Roberto Gianetti da Fonseca é o vice-chairmann. Eu fui chamado para ser o CEO nacional.  Por isso o <b>João Doria</b> nos fez a convocação para fazer a parte executiva do Lide, a partir de São Paulo. Seguimos crescendo em número de filiados, novas unidades e qualidade de conteúdo dos eventos. <br><br><strong>Como a maioria dos empresários sócios do Lide está vendo o atual momento do Brasil?</strong><br>Temos um índice do Lide que é o Índice de Confiança Empresarial Lide/FGV. Hoje, 97% dos empresários, a maior preocupação é o <b>cenário político</b> . Há três anos, a maior preocupação era a <b>carga tributária</b> e em segundo, a qualidade da <b>educação</b> . O problema político superou isso. E quando a gente vê projeções de economistas de bancos e outros para a economia, a perspectiva é boa. A gente vê projeção de inflação em torno de 3,5% ao ano para este ano e na faixa de 4% para o ano que vem. Há projeção de crescimento do PIB, especialmente para o próximo ano. Para este ano, deveremos ter crescimento do PIB, mas agora a crise se agravou e há dúvidas no cenário. O <b>emprego</b> , que é o que mais preocupa, ainda não reverteu. Sempre será a última variável a melhorar. A dúvida é se a confiança do empresário vai voltar.</p><strong>Acompanhe as publicações de </strong><strong> Estela Benetti </strong> <b><br></b> <b>Com sanção de medida provisória, pagar com dinheiro pode ser mais barato<br></b> <b><br></b> <b>Empresa abre nova sede em Florianópolis inspirada no Vale do Silício</b> <b><br></b><b><br></b><b> Estudantes catarinenses do ensino fundamental criam projetos de novos negócios  </b><br> <!- contentFrom:cms ->

Source: dc.clicrbs.