requestAnimationFrame(function ()
{
setTimeout(function ()
{
window._perfMarker && window._perfMarker(“TTVR.ArticleContent”, true, true);
define(“c.articleContent”, 1);
}, 0);
});




© Reuters/Dado Ruvic
.

Por Manojna Maddipatla e Lisa Lambert

(Reuters) – Autoridades da área de saúde dos Estados Unidos e a Pfizer Inc anunciaram que uma vacina contra a Covid-19 pode estar pronta para distribuição já no final de outubro, pouco antes das eleições presidenciais de novembro, quando a pandemia do coronavírus terá grande peso entre os eleitores que vão decidir se o presidente Donald Trump ganhará ou não um segundo mandato. 

Embora o interesse seja alto por parte do republicano Trump, que enfrenta o ex-vice-presidente Joe Biden no dia 3 de novembro, não há uma pressão política para que a FDA, agência que regula medicamentos e alimentos nos EUA, aprove rapidamente a vacina, afirmou a secretária de imprensa da Casa Branca, Kayleigh McEnany, nesta quinta-feira. 

“Ninguém está pressionando a FDA a fazer nada”, disse McEnany à imprensa. 

Trump destinou bilhões de dólares do Orçamento federal para o desenvolvimento de vacinas contra o vírus, que já matou mais de 185 mil pessoas nos Estados Unidos. Críticos dizem que a falta de liderança de Trump na pandemia contribuiu para que o país chegasse ao maior número de mortos pela pandemia no mundo. 

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC) pediu que autoridades de saúde pública se preparem para distribuir uma potencial vacina contra o coronavírus para grupos de alto risco já no final de outubro, de acordo com documentos publicados. 

A Pfizer anunciou na quinta-feira que terá informações até o final de outubro se a vacina contra Covid-19, que está sendo desenvolvida com a parceira alemã BioNTech SE, é segura e eficaz. A farmacêutica norte-americana disse que irá buscar aprovação imediatamente se os resultados dos testes forem positivos. A empresa já fabricou centenas de milhares de doses. 

(Reportagem de Manojna Maddipatla, em Bengaluru; Deena Beasley, em Los Angeles; e Lisa Lambert, em Washington, D.C.)

Leia Mais