Teresa Cristina comenta ser xará de vilã de ‘Fina estampa’ e de ministra: ‘Que carma!’

Uma se escreve com “s”. A outra, com “z”. A primeira é um anjo do bem. A segunda, um gênio do mal. O ponto em comum entre as duas, além do mesmo nome, se dá na realeza. Enquanto a cantora Teresa Cristina foi consagrada a rainha das lives nesta quarentena, a Tereza Cristina de “Fina estampa” vem mostrando, no mesmo período, que quem foi Rainha do Nilo um dia nunca vai perder a majestade. Numa live (tinha que ser, né?) — exclusiva e promovida pela Canal Extra —, a sambista e a intérprete da vilã da novela das nove, Christiane Torloni, se divertiram ao trocar figurinhas sobre as coincidências e semelhanças entre as duas.

O convite do canal Viva para a tal live surgiu porque a cantora costuma dedicar algumas de suas transmissões ao vivo no Instagram a temas de novela. Nessas ocasiões, canta músicas de tramas que, como boa noveleira, acompanhava desde criança, como “Carinhoso”, “O astro”, “Irmãos Coragem”… No momento desse comentário, Torloni interrompe: “Minha mãe fez ‘Irmãos Coragem’”. “Sim, Monah Delacy!”, dispara Teresa Cristina. Sem querer cortar o conversê, mas já cortando, a repórter interfere para saber da cantora como foi para ela descobrir, em 2011, ano de estreia de “Fina estampa”, que seu nome batizaria aquela que viria a ser uma das maiores vilãs da teledramaturgia brasileira.

— Primeiro, eu fiquei irritadíssima. Com tanto nome para colocar numa vilã desse nível, ela vai se chamar logo Tereza Cristina? Mas, com o tempo, relaxei porque entendi que aquilo era quase um realismo fantástico, aquela pessoa não podia existir na vida real. Suas maldades parecem de desenho animado — analisa a cantora.

Diferentemente de Dinah e Haydée, suas personagens em “A viagem” e “América”, cujos perfis viraram sinônimos de mulher ciumenta e pessoa cleptomaníaca, respectivamente, Tereza Cristina não corre esse risco. Justamente por ter vários tons acima da realidade. A cantora concorda, porém, não deixa de pontuar um certo incômodo com a confusão que experimentou toda vez que tentava encontrar algo sobre si mesma na internet na época da primeira exibição de “Fina estampa”.

— As redes sociais estavam começando, então, toda vez que eu procurava alguma notícia com meu nome, vinha a Tereza Cristina da Torloni. Às vezes, nem via mais, porque me confundia na hora de fazer esse egosearch (pesquisar o próprio nome na internet) — conta a sambista.

Só que, nove anos depois da estreia da novela, além de ter voltado a ver seu nome se misturar com a da Rainha do Nilo, a sambista sentiu a concorrência aumentar.

— O meu maior aborrecimento não é com a personagem, mas me confundirem com a Tereza Cristina, a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Então, para me tranquilizar, disse para mim: “A Menina Veneno (a ministra é conhecida assim pelos seus opositores, por sua defesa do uso de agrotóxicos) é com ‘z’ e meu nome é com ‘s’. Não quero ser confundida com ela, prefiro que me confundam com vilã da Globo, porque aquela mulher não existe. Infelizmente, a da vida real é muito pior que a da ficção — esbraveja a sambista, que deixa Torloni surpresa com mais uma coincidência nominal nada inspiradora para a cantora: — Que carma, menina, que sina!.

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