Téo José ficou surpreso com Libertadores fora da Globo: ‘É a nossa Liga dos Campeões’

O narrador Téo José participou do Pânico nesta sexta-feira (25) e falou sobre o novo contrato no SBT para narrar a Copa Libertadores da América. “Foi ótimo, eu voltei pra casa. Foi um presente de Deus voltar nesse momento, eu tive lá quase seis anos”, comemorou Téo, que trabalhou pela primeira vez na emissora em 1995. O narrador ainda revelou os próximos passos da emissora nos esportes. “Ouvi na semana passada que o SBT tem a liberação do Silvio Santos e da diretoria atual em busca de bons eventos esportivos, acho que o mercado está aberto. Há um plano de ter um programa semanal de esportes logo, talvez no próximo mês. Na Libertadores, toda quarta-feira da fase de grupos teremos direito a dois jogos, a partir das oitavas de final o SBT vai escolher os jogos, um jogo só. Nas quartas também será um, na semifinal um e a final será só a gente e a Fox Sports“, disse.

Sobre a iniciativa dos clubes de transmissão própria dos jogos e a ascensão do streaming, o narrador disse que essa é uma iniciativa válida. “É importante você escolher onde quer assistir o jogo, não o poder econômico. Eu sou da turma de trás, ouvi dizer a minha vida inteira que o rádio ia acabar, ouvi dizer que a televisão aberta ia acabar, mas a televisão aberta está bombando. Lógico que o streaming vai ter sua força, mas acho que vai ser uma coisa junta. Um não vai destruir o outro”, explicou. Téo também comentou sobre a saída da TV Globo da transmissão da Libertadores. “Fiquei surpreso, porque a Libertadores é a Liga dos Campeões nossa. E eu falei ‘caramba, eles abriram mão da Libertadores’. Eu não sei se é o lado financeiro, talvez a cota deles já tivesse cheia com o Campeonato Brasileiro e Copa do Brasil. Eles tentaram reduzir o valor com a Conmebol e eles não diminuíram”, pontuou.

Perguntado sobre os protocolos da Covid-19 no Brasileirão e os casos de contaminados no Flamengo, Téo José ponderou sobre o jogo contra o Palmeiras no fim de semana, que corre o risco de ser adiado. “O meu time, o Goiás, teve 11 infectados na primeira rodada e teve muita gente que está usando a informação errada. ‘Ah, mas naquele dia não teve jogo’, só que o hospital de São Paulo prometeu entregar os resultados na sexta e não entregou, ficou de entregar no sábado e não entregou, e entregou só no domingo. E o Goiás não tinha condições de realizar o jogo. Agora, no caso do Flamengo, tem 13 ou 14 jogadores infectados. A CBF diz que se o time tiver 13 jogadores aptos precisa jogar. É injusto? É, mas que se cumpra a lei. Na segunda rodada, o Goiás jogou com 16 desfalques. Se o Goiás jogou sem 16, o Flamengo pode jogar sem 13″, disse. “Voltar com torcida é ruim, mas tem que andar nesses ônibus lotados, praia. Se abre uma discussão, mas vamos discutir com base científica. Porque uns sim e outros não?”, concluiu.

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