Sindicato indica acordo com a Petrobras e garante 2 anos sem demissões

Pelo acordo, os salários também serão reajustados apenas em setembro de 2021 - Tânia Rêgo/Agência Brasil

Pelo acordo, os salários também serão reajustados apenas em setembro de 2021 Imagem: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Fernanda Nunes

Rio de Janeiro

28/08/2020 15h09

A Federação Única dos Petroleiros (FUP), representante da maior parte dos empregados da Petrobras, indicou aos seus sindicatos a aprovação do acordo coletivo de trabalho (ACT) negociado com a empresa. Pela proposta, o salário não será reajustado até agosto do ano que vem. Em contrapartida, a estatal garante que não vai demitir qualquer funcionário sem justa causa até 31 de agosto de 2022.

A indicação de aprovação do ACT partiu do conselho deliberativo da federação e vai ser apresentada aos empregados, por meio de assembleias promovidas pelos sindicatos filiados, para que votem pela sua aprovação ou não.

A avaliação da FUP ao analisar a última contraproposta da empresa é que, diante da crise e também das condições trabalhistas impostas pela nova legislação, a melhor opção seria fechar o acordo.

“Sabíamos que as negociações com a atual gestão da Petrobras seriam difíceis, não apenas pela dificuldade de mobilizar nossos trabalhadores e nossas trabalhadoras por causa da covid-19, mas pelo próprio contexto político e econômico do País”, afirmou o coordenador geral da FUP, Deyvid Bacelar, em comunicado da federação.

Pelo acordo, os salários serão reajustados apenas em setembro de 2021, pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (INPC); um grupo de discussão será formado para definir as regras do teletrabalho; e a empresa se comprometeu a negociar as condições de pagamento da participação nos lucros e resultados (PLR) de 2021, incorporado no ano passado a um novo regime de remuneração, o Programa de Prêmio por Performance (PPP).

A FUP informou ainda negociações relativas à assistência média, benefício-farmácia e vale-refeição.

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