Setembro verde: mês alerta para tratamento precoce do câncer colorretal

Tumor acomete o cólon e o reto, e pode ser tratado quando detectado precocemente

O câncer colorretal é um dos tumores que mais atinge homens e mulheres no Brasil. Segundo o Instituto Nacional do Câncer – INCA, a estimativa é que entre 2020 e 2022 mais de 40 mil novos casos sejam confirmados por ano. O câncer colorretal acomete o cólon e o reto. O tumor pode ser tratado e curado quando detectado precocemente. Uma das formas de prevenção da doença é a remoção dos pólipos antes de eles se tornarem malignos. 

Entre os sintomas, é importante prestar atenção em alterações abruptas no hábito intestinal, como diarreia ou prisão de ventre, desconforto abdominal, cólicas, sangramento nas fezes, sangramento anal e tenesmo que é a sensação permanente de vontade de evacuar.

Sintomas como estes exigem cuidados especiais. O Coloproctologista é o especialista responsável por identificar e tratar doenças relacionadas ao intestino grosso, reto e ânus.

O diagnóstico do câncer colorretal requer biópsia por meio de uma colonoscopia. Alguns fatores aumentam as possibilidades de desenvolvimento da doença, como histórico familiar, maus hábitos alimentares, obesidade e sedentarismo. 

Tratamento

O tratamento para estas doenças consiste na retirada do segmento de intestino afetado e de nódulos linfáticos por meio de um procedimento cirúrgico, e depende do tamanho e localização do tumor.

A cirúrgia pode ser realizada tanto pela técnica aberta convencional como por técnicas minimamente invasivas, como a videolaparoscópica e cirurgia robótica. Nessas últimas há menor cicatriz, pouco sangramento, além de retorno precoce às atividades diárias e menor dor no pós-operatória. A radioterapia e a quimioterapia também são utilizadas para complementar o tratamento em alguns casos. 

 

O Hospital Santa Isabel possui, em seu Corpo Clínico, especialistas em Coloproctologia, dedicados ao diagnóstico e tratamento do câncer colorretal, em estado precoce ou avançado. 

 

Texto: Gabriel Silva/Comunicação HSI.

Arte: Philipe Oliveira/Comunicação HSI.

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