Sessões da Câmara de Canelinha pode terminar na justiça

Se depender do vereador Antônio Carlos Machado Júnior (PSL), a Câmara de Vereadores de Canelinha volta a ter sessões presenciais e acaba com as votações com hora marcada. Desde o início da pandemia do novo coronavírus, o presidente Arlindo de Simas (MDB), suspendeu as reuniões presenciais e se nega a mudar dinâmica. As alternativas judiciais […]

Se depender do vereador Antônio Carlos Machado Júnior (PSL), a Câmara de Vereadores de Canelinha volta a ter sessões presenciais e acaba com as votações com hora marcada. Desde o início da pandemia do novo coronavírus, o presidente Arlindo de Simas (MDB), suspendeu as reuniões presenciais e se nega a mudar dinâmica.

As alternativas judiciais com acionamento do Ministério Público estão entre as possibilidades estudadas pelo vereador e bancada de oposição. “Para voltar as sessões ordinárias. Porque na verdade essas sessões modificadas, é uma sessão extraordinária. A reunião ordinária, conforme preconiza o regimento interno, ela tem que acontecer as terça-feiras em horário regimental”, explica.

Últimas votações não tiveram quórum suficiente para aprovar ou rejeitar propostas, e projetos chegaram a ser devolvidos para o Executivo sem ter passado por análise.

De acordo com Junior, não é aceitável que ao menos uma sessão online seja realizada com todos os vereadores para debaterem os projetos. Atualmente cada vereador vai no prédio da Câmara com hora marcada e vota os projetos por escrito, sem nenhum tipo de debate ou contraponto.

O pesselista se afastou das funções públicas por duas semanas em decorrência de ter sido positivado com Covid-19, e os vereadores de oposição não estão comparecendo as votações em protesto as medidas adotadas pela presidência. “É visível que não há interesse que isso mude”, diz Júnior.

Com Agências