Secretaria de Educação do estado vai adequar escolaridade mínima de orientador educacional à legislação federal

A Secretaria estadual de Educação (Seeduc) vai adequar a escolaridade do cargo de orientador/a educacional à escolaridade exigida pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação. Com isso, mais servidores poderão atuar no cargo, cuja uma das funções é aplicar métodos pedagógicos e psicológicos para orientar os estudantes.

O secretário da pasta, Pedro Fernandes, explicou que a legislação federal exige a escolaridade mínima para o profisssional ocupar o cargo a formação de nível superior em Pedagogia ou a pós-graduação na área. No estado, a exigência são as duas formações: a graduação e mais a pós-graduação, e isso será modificado.

O objetivo é chegar a 100% das equipes pedagógicas das escolas completas, contou Fernandes:

— O Estado do Rio de Janeiro tem uma interpretação diferente da lei federal, porque nela diz sobre a escolaridade que pode ser ‘e’ e ‘ou’, ou seja, o profissional pode ou não ter a pós graduação. Hoje o estado interpreta apenas o ‘e’, exigindo as duas coisas, formação em Pedagogia e a pós graduação. Nosso objetivo é chegar a 100% das equipes pedagógicas completas o mais rápido possível. Sabemos que é difícil, porque muitos profissionais se aposentam, entram de licença, falecem, mas no ano passado, quando assumimos a Seeduc, só havia 8% das escolas com a equipe pedagógica completa e chegamos a 90%.

Com Agências

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