Santo de casa

Nas suas duas competições na Inglaterra, o paratenista Ymanitu Silva, de Tijucas, alcançou as finais tanto no módulo simples quanto no torneio de duplas. E ficou com o vice-campeonato em ambas.

Para chegar à última fase do North West Open, ele teve que derrotar um dos dez melhores do mundo. Feito que, somado aos resultados, praticamente garante uma das vagas nas Paralimpíadas do Rio de Janeiro ao tijuquense.

O empresário Lindomar Pasqualotto, de Itapema, casou-se no fim de semana com Shirley Mattos na luxuosa Pousada Bahia Bonita, em Trancoso, na Bahia.

A cerimônia, apenas para familiares e amigos próximos, teve como cenário o pôr do sol na paradisíaca praia baiana – local que os dois, juntos há cinco anos, visitam com frequência.

 

Na tradicional Festa de Nossa Senhora do Bom Parto, em Terra Nova, no interior de Tijucas, durante o fim de semana, o ex-prefeito Elmis Mannrich (PMDB) – que pode concorrer à sucessão municipal nestas eleições – quase monopolizou as atenções. Créditos à sua ilustre figura, ou aos tíquetes de cerveja que ele alegremente distribuía.

Dos vereadores locais, apenas Paulo Sartori (PT) e Vilson “Tem” Porcíncula (PP) deram as caras; e mais observaram que interagiram. Representante daquela comunidade, Eder Muraro (DEM) teve falta sentida. Reflexos, talvez, da famigerada Operação Iceberg.

As impressoras do Poder Legislativo de Tijucas estão famintas. Não há papel, nem nas máquinas e nem no almoxarifado. É a crise, o racionamento, a reconquista da moralidade depois dos escândalos da Operação Iceberg.

Aos servidores da casa, a presidente Elizabete Mianes da Silva (PMDB) justifica que é necessário aguardar pelas licitações. Ainda que o material seja básico; tão essencial quanto o papel higiênico e a água mineral, ultimamente rateados nas vaquinhas entre funcionários.

Embora oficialmente não haja confirmação, nos bastidores da política de Nova Trento já se tem uma certeza: o ex-prefeito Orivan Jarbas Orsi (PSDB) é o nome da situação na corrida pela sucessão municipal.

O martelo está batido, e o atual mandatário, Gian Francesco Voltolini (PP), inclusive, se contentaria em ser o vice na chapa.

A vereadora Neli Ferreira (PMDB) conseguiu, mais uma vez, inflamar a população de Canelinha contra a administração municipal ao rasgar publicamente, durante uma sessão da Câmara, o projeto, de origem do Executivo, que autoriza o Hospital Municipal – que é público e atende pacientes do SUS – a locar suas dependências para clínicas particulares.

E o assunto ainda pode render outros contratempos para a prefeitura. Segundo o passarinho transparente, um vereador aliado do prefeito Antônio da Silva (PP) pode ser intimado a depor, como testemunha, sobre a atual situação do hospital. Sua esposa teria realizado um procedimento estético nas instalações da unidade e pago R$ 1.300 pela operação – é o que diz uma notícia-crime pronta a ser entregue ao Ministério Público.

COM AGÊNCIAS