Marília recua para fase laranja do Plano SP; Bauru foi mantida na fase amarela

Governo de SP atualizou as fases da flexibilização da quarentena do coronavírus nas regiões do estado durante coletiva de imprensa nesta sexta-feira (21). Reclassificação do Plano SP nesta sexta-feira (21)

Nesta sexta-feira (21), o governo do estado de SP atualizou em uma coletiva de imprensa a classificação das fases do Plano São Paulo de flexibilização da quarentena. A região do Departamento Regional de Saúde de Marília (SP) foi rebaixada da fase amarela para laranja.
A região estava há 15 dias nessa etapa, após ter sido classificada primeira vez na fase amarela desde a implantação do plano estadual de retomada das atividades.
Já as cidades que pertencem ao Departamento Regional de Saúde de Bauru permaneceram na fase amarela, onde também estão há 15 dias. Com isso, as cidades vão poder poder estender o horário do atendimento do comércio para 8 horas, conforme a autorização do governo estadual.
Histórico de flexibilização
Marília estava há 15 dias na fase amarela, depois de permanecer por três semanas na fase laranja após ter sido rebaixada para fase vermelha, a mais restritiva do Plano SP no dia 19 de junho.
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Já Bauru, tinha começado a flexibilização na fase amarela, foi rebaixada para fase laranja uma semana depois e para vermelha no dia 26 de junho. Após três semanas na fase laranja, voltou para amarela no dia 7 de agosto.
Quatro cidades do centro-oeste paulista que pertencem ao DRS de Araraquara também continuam na fase amarela da flexibilização, são elas: Borborema, Ibitinga, Itápolis e Tabatinga. Outras duas, Quatá e João Ramalho, pertencem ao DRS de Presidente Prudente e permanecem na fase laranja.
Plano São Paulo
Para começar a reabertura do estado em 1º de junho o governo dividiu o território de acordo com os 17 Departamentos Regionais de Saúde (DRS).
A flexibilização da quarentena é feita de modo diferente em cada uma dessas regiões.
Os cinco critérios que baseiam a classificação das regiões são:
ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTIs);
total de leitos por 100 mil habitantes;
variação de novas internações, em comparação com a semana anterior;
variação de novos casos confirmados, em comparação com a semana anterior;
variação de novos óbitos confirmados, em comparação com a semana anterior.
O critério que tem maior peso na classificação de cada região é a variação de novas internações (peso 4), seguido pela taxa de ocupação de UTIs (peso 3).
Confira abaixo o que é permitido em cada fase
Fase 1, vermelha: alerta máximo, funcionamento permitido somente aos serviços essenciais
Fase 2, laranja: controle, possibilidade de aberturas com restrições
Fase 3, amarela: abertura de um número maior de setores
Fase 4, verde: abertura de um número maior de setores em relação à fase 3
Fase 5, azul: “Normal controlado” – todos os setores em funcionamento, mas mantendo medidas de distanciamento e higiene.
A definição estabelece que setores da economia que desejam a reabertura devem apresentar planos com protocolos para a prefeitura. Caberá à gestão municipal definir quem e quando poderá reabrir.
A regiões serão avaliadas periodicamente de acordo com os indicadores de saúde, verificando se cumprem os critérios para avançarem a uma fase de maior relaxamento a cada 14 dias ou voltar para uma fase mais restrita a cada sete dias (ou imediatamente, caso haja evidência da piora da situação).
Plano do governo de São Paulo para flexibilização da quarentena no estado
Governo de São Paulo/Divulgação
De acordo com o plano do governo, as prefeituras terão autonomia para flexibilizar setores estabelecidos. Com isso, municípios que estiverem nas fases 2, 3 e 4 poderão flexibilizar determinados setores anunciados anteriormente.
A flexibilização deverá ser feita por decreto pelos prefeitos das cidades observando também os planos regionais.

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