Mais uma cobra é encontrada na segunda fase de operação contra tráfico de animais no DF

A segunda fase da operação Snake (cobra), que investiga um suposto grupo voltado à prática de crimes ambientais, foi deflagrada nesta quinta-feira pela Polícia Civil do Distrito Federal.

Os agentes cumpriram quatro mandados de busca e apreensão, sendo dois na Região Administrativa do Guará, um no Gama e um no Riacho Fundo.

Foram apreendidos diversos documentos, aparelhos celulares, medicamentos de uso veterinário, uma serpente e vários apetrechos empregados na criação ilegal de animais silvestres e exóticos.

Esta foi a 18ª cobra apreendida desde a semana passada.

Tudo começou depois que um jovem foi picado por uma naja e foi levado ao hospital. O réptil, originário da Ásia, foi encontrado dentro de uma caixa ao lado do Pier 21, no Lago Sul de Brasília.

Em seguida, os policiais apreenderam mais 16 serpentes que estavam escondidas em um Aras de Planaltina.

A cobra encontrada nesta quinta estava na casa de Pedro Henrique Santos, que também criava a naja.

Ele sobreviveu depois de receber a única dose de soro antiofídico existente no Brasil e que foi doado pelo Instituto Butantan.

A Polícia do DF continua investigando o caso, que pode ter ligação com o tráfico internacional de animais exóticos e ameaçados de extinção.

Com Agências

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