Na comparação com julho de 2019, a diferença é negativa em -4,9%. Os principais setores que registraram queda foram a confecção de artigos de vestuário e acessórios (-32,3%), fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias (-31,8%), e metalurgia (-9,8%).

Em contrapartida, outros setores já demonstram desempenho positivo frente ao mesmo período do ano passado. A lista é puxada pela fabricação de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (+27,7%), fabricação de máquinas e equipamentos (+20,4%), e fabricação de produtos de metal (+8,1%). 

Outros setores importantes da indústria catarinense também já registram índice superior a 2019. É o caso da fabricação de produtos alimentícios (+2,4%) e da fabricação de produtos têxteis (+2%). 

Dos 12 setores pesquisados dentro da indústria da transformação, seis estão com índice positivo e seis com índice negativo. 

Já no acumulado do ano, de janeiro a julho, a indústria catarinense registra retração de -13,4%. Nos últimos 12 meses, a variação é de -7,9%.

Santa Catarina (+10,1%) cresceu mais em julho do que a média nacional (+8%). Apesar disso, acumula queda em 2020 (-13,4%) maior do que a do país (-9,6%).