maia e paulo guedes

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Jorge William/Agência O Globo

Paulo Guedes, ministro da Economia, e Rodrigo Maia, presidente da Câmara, enfrentam desentendimento público

O governo retirou nesta sexta-feira (4) o pedido para que o  projeto de reforma tributária do Executivo
tramitasse em regime de urgência na Câmara dos Deputados. A decisão é uma mudança de estratégia do Executivo em relação à medida.

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O pedido de urgência foi feito pelo presidente Jair Bolsonaro no dia 21 de julho, o mesmo em que o texto da reforma tributária
foi enviado ao Congresso. Por lei, quando há esse tipo de solicitação, parlamentares precisam analisar a proposta em até 45 dias. Se esse prazo não for cumprido, o projeto passa a trancar a pauta.

Como o prazo terminaria na segunda-feira (7) e ainda não há indicação de que o texto será analisado até lá, a decisão foi retirar o pedido. A desistência foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União
.

O recuo ocorre um dia após o presidente da Câmara, Rodrigo Maia
(DEM-RJ), afirmar que a interlocução com o ministro da Economia, Paulo Guedes
, foi encerrada. Segundo Maia, Guedes proibiu que seus secretários falem com o presidente da Câmara
.

O projeto trata da primeira fase da reforma tributária elaborada pela equipe econômica, que consiste na unificação do PIS e da Cofins em um novo imposto
, chamado de Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), com alíquota de 12%. A medida enfrenta resistências principalmente do setor de serviços, que teme um aumento da carga tributária
.

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