FOTOS: aulas presenciais nas escolas particulares do DF voltam com poucos alunos e protocolos de higiene


Primeira fase é para estudantes do ensino infantil e fundamental I; retorno é opcional. Aulas online continuam para quem optar pelo ensino remoto. Aulas presenciais nas escolas particulares do DF voltam com poucos alunos e protocolos de higiene
Brenda Ortiz/G1
As escolas particulares que atendem alunos da educação infantil e do ensino fundamental I (da 1ª à 4ª série) voltaram às aulas presenciais nesta segunda-feira (21), no Distrito Federal. O retorno foi marcado por novos protocolos de higiene e segurança.
Tapetes sanitizantes, álcool em gel e higienizadores de mochilas dividiram a cena com balões coloridos na porta dos colégios. Os sorrisos de pais, alunos e professores ficaram escondidos atrás das máscaras, de uso obrigatório.
No início da manhã, o G1 visitou duas escolas na Asa Norte. Nos colégios, as salas estavam com poucos alunos, e muito espaço entre as carteiras, para manter o distanciamento social entre as crianças. Nos corredores, marcações e avisos, para que as novas regras de segurança sejam seguidas.
A funcionária pública Isabela Motta, mãe de Antônio, de 3 anos, que voltou para a escola nesta segunda-feira, contou que a escola instruiu os pais a conversarem com as crianças antes do primeiro dia de aula.
“Pediram para que a gente explicasse que eles precisavam ficar com a máscara, que apesar da saudade não era pra ficar muito perto dos amiguinhos, para lavarem sempre as mãos. O meu filho estava ansioso e não deu trabalho nenhum para entrar na sala de aula”, afirma.
Na sala do Antônio, apenas ele e outro aluno voltaram para as aulas presenciais. O colégio Maurício Salles de Melo fez uma pesquisa com os pais, na última semana, e segundo a diretora Marilena Melo, 48% responderam que os filhos retornariam para a escola.
Na escola Pia Mater, uma equipe recebeu as crianças com festa, e um ambiente todo adaptado. Segundo a diretora Leila Maia, os alunos agora tem mesas e cadeiras com os próprios nomes e fotos, para que nada seja compartilhado nesse momento.
“Assim a gente consegue controlar melhor a limpeza, e a possibilidade de contágio. Também adaptamos uma sala de atenção, para levarmos qualquer aluno ou funcionário, caso alguém apresente febre ou algum sintoma enquanto estiver na escola”, afirma a diretora.
Ela contou que foi impressionante esse retorno, porque “de repente” as crianças estavam enormes e crescidas. “A gente é acostumado a ver os alunos todos os dias, e hoje, vimos bebês que estavam de colo no começo do ano, e hoje chegaram aqui andando”, conta Leila.
De acordo com a diretora Marilena Melo, tanto pais e alunos, quanto educadores estão passando por uma fase de adaptação. “A escola teve que mudar, até o jeito de ensinar também. Nossa vontade é que possamos voltar logo ao normal, mas enquanto isso não acontece, vamos fazendo o possível para conseguir receber nossas crianças com toda a segurança que o momento exige”, afirma.
Leia mais notícias sobre a região no G1 DF.

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