Faturamento de cozinheiras sobe 30% durante a pandemia com a venda de marmitas congeladas

Sócias, mãe e filha se reinventaram durante a crise e passaram de MEI para microempresa. Faturamento de cozinheiras sobe 30% durante a pandemia com a venda de marmitas congeladas
Duas empresárias, mãe e filha, contaram suas histórias no VC NO PEGN. Elas são cozinheiras de aluguel e vendem comidas congeladas. O diferencial é que as refeições são feitas com ingredientes naturais.
Graziela dos Santos Vianna e a filha Raphaella Vianna têm uma empresa de comida congelada.
“Eu trabalhava em uma empresa até 2014 e, quando saí, comecei a fazer comidinhas congeladas para alguns amigos. A demanda foi muito grande e aí a gente começou a ter a ideia de montar uma empresa de comida congelada”, conta Graziela.
“Em 2016, minha mãe me chamou pra trabalhar com ela. Eu também saí do meu emprego e a gente começou a fazer a nossa empresa ser grande, a dar certo”, lembra Raphaella.
Com um investimento inicial de R$ 600 para comprar um processador e potes para marmitas, Graziela foi trabalhar na casa dos clientes.
Antes da pandemia, elas tinham dois serviços: os kits de pronta entrega e o serviço da cozinheira de aluguel, que representava 70% da receita do negócio.
Mesmo com a suspensão temporária desse serviço, a empresa cresceu. A dupla investiu nas marmitas para pronta entrega, com cardápio que muda toda semana, e o resultado foi um faturamento 30% maior. Elas passaram então de MEI para microempresa.
“Nós acreditamos que o aumento do faturamento durante a pandemia tenha sido devido à grande demanda de home office. Muitas pessoas trabalhando em casa e comprando comida pronta para não ter o trabalho, visto que quando elas trabalhavam fora, elas comiam na rua”, afirma Raphaella.
As cozinheiras investiram também em novas embalagens, mais resistentes, livres de bisfenol, que é uma substância prejudicial à saúde. As encomendas são feitas pelas redes sociais ou pelo WhatsApp. Os kits com 10 marmitas custam R$ 330.
“As entregas funcionam na Grande São Paulo até, mais ou menos, 60 quilômetros do nosso local da entrega”, diz Graziela.
A expectativa agora é desenvolver uma loja online para facilitar as vendas e, quem sabe, ter um ponto físico. E, claro, voltar a atender a clientela em casa.
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