Fabiano questiona as péssimas condições das rodovias da Rota do Milho

Deputado Fabiano da Luz
FOTO: Bruno Collaço / AGÊNCIA AL

O deputado Fabiano da Luz (PT), que nas últimas semanas rodou o Oeste do Estado em visita a vários municípios, reclamou, no Plenário da Alesc, das péssimas condições das rodovias catarinenses e questionou por onde vai circular a Rota do Milho. “É difícil imaginar que estamos discutindo este trajeto da rota do milho, para a entrada de 700 carretas por dia pelo porto seco de Dionísio Cerqueira. Por onde esses veículos vão trafegar? A SC-163, entre São Miguel do Oeste e Dionísio Cerqueira e o trecho de Palma Sola estão em estado deplorável; a SC-160 não oferece condições nem para veículos de passeio, que dirá para carretas. O trecho de Campo Erê a São Lourenço do Oeste está intransitável.”

Fabiano disse que na SC-160, na saída de Pinhalzinho para Saudades, uma vertente de água, que está lá há meses, abriu uma enorme cratera causando vários acidentes, principalmente de motoristas que não conhecem a estrada e de motociclistas. Ele disse que no trecho de Pinhalzinho a Saltinho, a quantidade de buracos e as deformações da pista estouram os pneus.

O deputado conversou com o secretário de Infraestrutura de Major Vieira, que informou que o projeto de recuperação está em fase de conclusão, mas ele defende uma solução paliativa urgente, no mínimo um tapa-buracos na rodovia. “Passei várias vezes nos últimos dias por lá e é preciso muita cautela. É comum ver veículos fora da pista, porque se perderam e saíram com as ondulações, ou porque caíram num buraco e danificou a roda. Não tem por onde passar”, desabafou.

Segundo o parlamentar, as rodovias nunca estiveram tão ruins, desde que foram asfaltadas e que se não forem recuperadas rapidamente vão voltar a serem de chão. “É imprescindível que se tome uma postura, que se resolva esta situação. O pessoal com todo o direito nos cobra porque somos representantes da região e estamos circulando por lá e a nós, sem o poder de resolver o problema, resta chamar audiências e cobrar das autoridades do estado, para que alguma coisa seja feita.”

Juliana Wilke
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