Em todo o mundo, mas de 800 milhões de pessoas não tem acesso a óculos de grau


Dados estão no primeiro relatório da OMS sobre visão Desigualdade, hábitos modernos e envelhecimento da população são destaques no primeiro relatório da Organização Mundial da Saúde sobre a visão. O documento aponta que ao menos 2,2 bilhões de pessoas têm algum déficit nesse departamento. E quase metade — 1 bilhão de casos — são evitáveis ou passíveis de correção. Um bom exemplo é o tratamento da catarata, que deixou 65 milhões de indivíduos cegos ou enxergando muito mal, apesar de ser uma doença reversível com uma cirurgia simples.
Para o médico oftalmologista Otávio Siqueira Bisneto (CRM 16767 | RQE 11815), a saúde é reflexo do nível de desenvolvimento socioeconômico da população. Por isso, um país em condições socioeconômicas ruins, dará assistência deficiente à saúde da sua população. “A visão se forma do nascimento aos sete anos de idade. Qualquer problema que afete a visão neste início tem que ser diagnosticado e tratado com rapidez”, afirma o médico. Para ele, o país, ou região, que consegue ter uma estrutura para atender crianças após o seu nascimento e durante o seu desenvolvimento, vão conseguir detectar alterações oculares que devem ser tratadas nessa época. “As doenças que passam sem diagnóstico nessa fase, trarão consequência pra vida toda, onde já não há tratamento, ou o tratamento não é tão eficaz”, completa.
Crescimento da Miopia
Outro ponto importante são os estudos em todo o mundo que abordam o aumento do aparecimento da miopia em populações mais jovens causado pelo uso excessivo de telas. Faz parte do dia a dia que crianças bem novas, antes mesmo de completar um ano, acessem tablets e desenhos na televisão, estimuladas pelos próprios responsáveis. “Ainda não é compreendido qual seria o mecanismo que o excesso de telas provoca no nosso sistema visual para que a miopia tenha mais incidência hoje em dia. Mas, há programas em vários países, onde se preconiza uma limitação do número de horas de telas e a criança é estimulada a estar em ambientes externos, brincando ao ar livre”, conta o doutor Bisneto.
Ele entende que é papel dos pais limitarem o uso excessivo de telas e estimularem atividades diárias ao ar livre para que a criança então tenha um sistema visual mais saudável no seu desenvolvimento. Além de miopia, o uso exagerado de dispositivos eletrônicos pode trazer fadiga mental e acarretar sérios danos à saúde dos olhos. Entre eles está o aumento de casos da Síndrome da Vista Cansada, ou Presbiopia.
Família Mais
O documento emitido pela OMS aponta, também, que em todo o mundo 800 milhões de pessoas sequer conseguem adquirir óculos. No Brasil, 34% das pessoas afirma nunca ter ido ao oftalmologista. Isso pode trazer consequências sérias, já que o recomendado é fazer consultas e exames dos olhos uma vez ao ano. “Infelizmente, a gente ainda não consegue fazer com que toda a população brasileira tenha acesso ao oftalmologista porque o Sistema único de Saúde SUS não dá conta de atender a todos, e uma parcela muito pequena tem acesso ao serviço privado de saúde”, afirma Bisneto, que atende no programa Família Mais, criado pela empresa Médicos de Olhos. Com o objetivo de oferecer medicina de qualidade com médicos competentes, o Família Mais inclui equipamentos e infraestrutura de ponta, por um preço acessível à população. Além de ser uma opção mais econômica, o programa tem como principal diferencial a responsabilidade do médico em tratar o paciente do início ao fim: do diagnóstico, envolvendo os exames complementares, até a cirurgia com equipamentos de alta tecnologia. O Família Mais funciona da seguinte forma:
Não há mensalidade, nem taxa de adesão;
Os custos são acessíveis, com possibilidades de parcelamento;
Tratamentos completos: da consulta à cirurgia;
Agilidade no atendimento;
Tecnologia de ponta em equipamentos e cirurgias.
Médicos de Olhos – Pauta 14
Diretor Técnico: Dr. Hamilton Moreira – CRM 9388 / RQE 2872
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