“É uma honra”, diz o camisa 10 do Tricolor

21 anos, cabelo “na régua” e a camisa 10 garantida. O meia Diego vive boa fase no JEC e, apesar de o Tricolor ter feito apenas uma partida pela série D, o jovem jogador já mostrou que, se depender dele, o acesso vem.

Aos 21 anos, Diego é o camisa 10 titular do Tricolor na busca pelo acesso – Foto: Vitor Forcellini/JEC

Depois de ter problemas extracampo, Diego ganhou a confiança do técnico Fabinho Santos e com uma preparação que encheu os olhos do comandante tricolor, conquistou a titularidade e a tão tradicional camisa 10 para “organizar” o meio-campo do Joinville Esporte Clube.

Na primeira partida diante do Novorizontino já mostrou que fez por merecer a confiança. Com qualidade e personalidade, deu ritmo ao jogo do JEC e parece ter deixado para trás a indisciplina que o deixou em maus lençóis. Durante a preparação para o Campeonato Brasileiro, Diego recebeu “conselhos” e, ao que tudo indica, os puxões de orelha funcionaram.

“Foi duro porque fora de campo eu estava tendo alguns problemas, às vezes faltava aos treinos. Minha família conversou comigo, meus amigos também, até a própria comissão conversou comigo. Consegui escutar eles, fiz bons amistosos e fiz um bom jogo no sábado”, diz.

Diego ganhou a confiança do técnico Fabinho Santos com boa preparação e boas atuações nos jogos-treino – Foto: Vitor Forcellini/JEC/Divulgação

O técnico Fabinho Santos já havia deixado claro que a identidade do JEC seria construída com uma equipe que fica com a bola e o camisa 10 tem papel fundamental nessa construção. E Diego já mostrou que assumiu a responsabilidade e se adaptou ao que o comandante quer para o time. 

Com uma ótima atuação, o meia mostrou consistência e inteligência para se adaptar aos ajustes feitos pelo Novorizontino na marcação, que limitaram seu espaço no meio. A saída foi abrir as laterais, espaçando o campo para que o “miúdo” camisa 10 tivesse espaço e liberdade para criar. Essa liberdade, ressalta ele, é fruto da confiança de Fabinho em seu trabalho. 

“O professor Fabinho sempre pede para jogarmos apoiados, um perto do outro para manter a posse de bola e me adaptei porque ele me deu confiança para jogar ali no meio”, fala.

Jovem, Diego tem tudo para ser o “maestro” da equipe na campanha que tem um único objetivo: o acesso. A responsabilidade não parece amedrontar o camisa 10 que rasga elogios ao clube. “É uma oportunidade muito grande jogar em um clube com tanta história, com muitos títulos. É uma honra poder vestir essa camisa”, garante.

Diego fez ótima atuação na estreia contra o Novorizontino – Foto: Vitor Forcellini/JEC/Divulgação

Com a cabeça no lugar, Diego já projeta a próxima partida, contra o Marcílio Dias e sabe que ajustes precisam ser feitos para conseguir a vitória em Itajaí. Para ele, o JEC precisa, antes de pensar no impacto do adversário, minimizar os próprios erros para evitar que falhas ocorram e o resultado escape, como aconteceu na estreia.

“Temos que fazer um bom jogo e minimizar os nossos erros. A equipe do Marcílio é muito boa e vem muito forte para o campeonato”, analisa.

Camisa 10 garantida, titularidade na conta e, agora, o objetivo de Diego é um só e está sincronizado com o do Tricolor: o acesso.

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