É campeã! Chapecoense confirma o favoritismo e conquista o título catarinense

É, Campeã! A Chapecoense confirmou sua vantagem e, com mais uma vitória sobre o Brusque, confirmou o título Catarinense, o 7º de sua história. Anselmo Ramon, aos 23′ da segunda etapa, marcou o gol que carimbou a taça do time do Oeste do Estado.

História do jogoÉ campeã! Chapecoense confirma o favoritismo e conquista o título catarinense

A narrativa de “virar a chave”, geralmente usada pelas equipes brasileiras em meio ao emaranhado de competições, não teria como ser usada dessa vez.

Com a brecha do calendário, foi em meio ao brasileiro que a FCF (Federação Catarinense de Futebol) arrumou o espaço para estender seus jogos finais.

Foto:Chapecoense é campeã catarinense de 2020 — Foto: Lucas Filus/FCF

Depois de vencer na partida de ida pelo placar de 2 a 0 a Chape, chegou em Brusque, com uma larga vantagem para conquistar seu 7º título estadual – em disputa da 5ª final seguida.

Apesar do grande ‘score’ arrancado na última quarta-feira, na Arena Condá, eram 90 minutos a serem disputados, logo, o título ainda não estava garantido, apesar de encaminhado.

Antes da bola rolar as ruas de Brusque foram coloridas em quadricolor, em um bonito gesto do torcedor em apoio ao Marreco. Apesar da beleza e demonstração de amor do torcedor quadricolor, várias cenas de desrespeito as regras em meio a pandemia, em tempo de isolamento social, foram flagradas.

Primeiro tempo

O Brusque, necessitando de dois gols para, pelo menos, igualar o confronto, se tocou ao ataque. O time do Vale do Itajaí teve volume e posse de bola ao longo da primeira etapa, mas nada disso foi convertido em chances.

Com uma defesa intransponível a Chapecoense, pouco a pouco, foi afastando o perigo da sua defesa e, de maneira ineficiente, tentava arquitetar o contra-ataque.

O primeiro tempo se arrastou com o Brusque apostando nas bolas alçadas e a Chape se livrando sem maiores dificuldades.

Gol e título Condá
A segunda etapa o panorama foi mantido. O Brusque com a bola, embora com pouca criatividade, mantinha seu volume e rondava a área da Chapecoense.

Em raro momento de vitória pessoal o centroavante Jhonny recebeu uma bola na área e cabeceou com estilo para linda defesa de João Ricardo.

O que pareceu uma possibilidade para o time da casa se transformou em um balde de água fria, ou, dependendo do viés, o gol do título, dois minutos depois

Aos 23’, em mais um contra-ataque da Chapecoense, a bola foi atravessada para Paulinho que escorou no meio, Matheus Ribeiro furou e a bola se desenhou para Anselmo Ramon só escorar para o fundo da rede.

Gol do jogo e do título da Chapecoense, o 7º em sua história.

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