Dupla acusada de matar turista em Rio Branco é condenada a mais de 38 anos de prisão


Suzeudo do Nascimento e Walesson Souza foram condenados por matar a facadas Maurício Silva, que era natural de São Paulo. Crime ocorreu em fevereiro de 2019. Maurício Silva foi morto com várias facadas em fevereiro do ano passado em Rio Branco
Arquivo pessoal
Os dois acusados de matar o turista Maurício Silva, de 29 anos, em fevereiro de 2019, foram condenados a mais de 38 anos de prisão em regime fechado nesta segunda-feira (21), em Rio Branco. O júri popular de Suzeudo Alves do Nascimento e Walesson Luiz Abreu de Souza ocorreu na 1ª Vara do Tribunal do Júri.
A vítima morreu após levar dez facadas no dia 3 de fevereiro de 2019. A suspeita inicial era de latrocínio, hipótese que foi descartada pela polícia.
Os acusados foram condenados por homicídio qualificado e participação em organização criminosa. A dupla foi pronunciada em março desse ano para ir a júri popular. Os dois não podem recorrer da sentença em liberdade.
Ao G1, o advogado da dupla, Giliard Silva de Souza, contou que Suzeudo do Nascimento é reincidente e foi condenado a mais de 23 anos de prisão e Walesson Souza pegou mais de 15 anos pelos crimes.
O advogado disse que vai avaliar ainda se vai entrar com recurso contra a sentença.
Suzeudo Alves do Nascimento foi preso no dia 15 de março do ano passado em Rio Branco
Divulgação/Polícia Civil
Relembre o caso
A vítima era natural de São Paulo e estava hospedada no Hotel Triângulo desde o dia 26 janeiro do ano passado. Silva teria saído por volta das 19 horas do dia 3 de fevereiro e foi encontrado perto do hotel sem o celular e as roupas.
Ele ainda foi socorrido e levado ao Pronto-Socorro de Rio Branco, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta das 23 horas do mesmo dia.
Suzeudo Alves do Nascimento foi preso no dia 15 de março do ano passado, no bairro Papoco, em Rio Branco, mesma região onde ocorreu o crime. Ele foi preso durante uma ação de cumprimento de mandados de prisão na região central da capital acreana pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
No dia 17 de fevereiro deste ano foi realizada audiência de instrução, onde cinco testemunhas foram ouvidas. Conforme a Justiça, foi relatado que a vítima chegou no bairro Papoco afirmando ser de uma facção rival a que predomina na região. Após isso, Silva foi abordado e em seguida morto.

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