Disney antes e depois do coronavírus: 5 impactos provocados pela pandemia

Se quase todas as empresas do mundo sentirão o impacto da crise global causada pela pandemia do novo coronavírus, uma gigante do entretenimento com milhares de ramificações em centenas de países não ficaria de fora.

A Disney está sendo obrigada a lidar com vários tipos de prejuízo – e até algumas boas notícias – nos últimos meses. Veja alguns dos problemas e soluções que atingiram a empresa:

Disney+

A previsão de assinaturas para o novo serviço de streaming da empresa foi refeita. O aumento da procura por serviços do tipo durante a pandemia fez analistas calcularem que o Disney+ pode chegar a 202 milhões de assinantes até 2025, em 138 países. A estimativa inicial era entre 100 e 126 milhões.

Bilheterias

A Disney se acostumou a liderar as bilheterias do cinema mundial durante a maior parte da última década. Os filmes do estúdio ficaram em primeiro lugar em sete dos últimos nove anos. Agora, pela primeira vez em muito tempo, a Disney não tem um único filme entre os dez com maior bilheteria em 2020. A explicação pode estar no adiamento dos lançamentos de Mulan e Viúva Negra, que devem sair no fim do ano mesmo com os cinemas sem força operacional total.

Parques

A empresa revelou que a Disneyland, na Califórnia, e o Walt Disney World Resort, em Orlando, haviam perdido só até meio uma receita combinada estimada de US$ 1 bilhão. Agora em processo de reabertura, os parques Disney terão capacidade reduzida, medidas de distanciamento e obrigatoriedade de máscaras.

NBA

A solução encontrada para a volta da liga de basquete dos Estados Unidos foi a criação de uma “bolha” de segurança no Walt Disney World, em Orlando. Os jogadores ficarão todos hospedados lá, onde farão testes e participarão dos jogos em ambientes 100% controlados.

Posicionamento

A pandemia viu surgir uma nova série de manifestações pelos direitos da população negra ao redor do mundo. A empresa apoiou a participação e o discurso do ator John Boyega durante um protesto Black Lives Matter em Londres. Também anunciou US$ 5 milhões em doações para organizações que promovam justiça social.

Com Agências