Dengue: DF chega a 44.685 casos prováveis; aumento é de 22,2% em relação a 2019


Segundo Secretaria de Saúde, 43 pessoas morreram por conta da doença, 10,4% a menos que no ano anterior. Dados são referentes a período até 5 de setembro. Larvas do mosquito da dengue no DF, em imagem de arquivo
Gabriel Jabur/Agência Brasília
O Distrito Federal registrou 44.685 casos prováveis de dengue até o dia 5 de setembro deste ano. De acordo com a Secretaria de Saúde, o número é 22,2% maior que o total contabilizado em igual período de 2019 – quando eram 36.580 notificações da doença.
Apesar do crescimento do número de diagnosticados, a pasta ressalta que a quantidade de mortes provocadas pela dengue caiu 10,4% em 2020. Este ano, 43 pessoas perderam a vida pela doença. Em 2019, o número de óbitos nesse período era 48. Veja o local de residência das vítimas:
Gama: 10
Ceilândia: 4
Samambaia: 3
Vicente Pires: 3
Planaltina : 3
Sobradinho: 2
Guará: 2
Sobradinho II : 2
Lago Sul: 2
Recanto das Emas: 2
Taguatinga: 2
Santa Maria: 2
Riacho Fundo II: 1
Pranopa: 1
Fercal: 1
Águas Claras: 1
Sudoeste/Octogonal: 1
Plano Piloto: 1
De acordo com o boletim epidemiológico da pasta, o Distrito Federal está com “alta incidência da doença”. Entretanto, o documento ressalta que o número de diagnósticos está em queda, devido ao período de seca que começou em julho.
Você sabe mesmo como se prevenir da dengue?
Quarentena é oportunidade de prevenir a dengue
Ainda segundo informações da pasta, a capital registrou 66 casos graves de dengue e 647 com sinais de alarme.
Mesmo na seca, casos de dengue aumentam no DF
Dengue no DF
Com 4.676 casos, o Gama é a região com maior registro de casos da doença. Em seguida, está Santa Maria, com 3.741 notificações, e Samambaia, que soma 3564 diagnosticados. Veja mais na tabela abaixo:
Incidência de dengue por 100 mil habitantes
Foto: Secretaria de Saúde/Reprodução
Como se prevenir contra a dengue
Para evitar a reprodução do Aedes aegypti em casa e, consequentemente, reduzir os ataques do mosquito, o Ministério da Saúde reuniu uma série de orientações. Confira abaixo:
Utilize telas de proteção com buracos de, no máximo, 1,5 milímetros nas janelas da casa;
Deixe as portas e janelas fechadas, principalmente nos períodos do nascer e do pôr do sol;
Mantenha o terreno de casa sempre limpo e livre de materiais ou entulhos que possam ser criadouros;
Tampe os tonéis e caixas d’água;
Mantenha as calhas sempre limpas;
Deixe garrafas sempre viradas com a boca para baixo;
Mantenha lixeiras bem tampadas;
Deixe ralos limpos e com aplicação de tela;
Limpe semanalmente ou preencha pratos de vasos de plantas com areia;
Limpe com escova ou bucha os potes de água para animais;
Limpe todos os acessórios de decoração que ficam fora de casa e evite o acúmulo de água em pneus e calhas sujas, por exemplo;
Deixe portas e janelas fechadas, principalmente nos períodos do nascer e do pôr do sol;
Coloque repelentes elétricos próximos às janelas – o uso é contraindicado para pessoas alérgicas;
Velas ou difusores de essência de citronela também podem ser usados;
Evite produtos de higiene com perfume, pois podem atrair insetos;
Retire água acumulada na área de serviço, atrás da máquina de lavar roupa;
Coloque areia nos vasos de plantas.
VÍDEOS: tudo sobre a doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti
Leia mais notícias sobre a região no G1 DF.

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