Crime de 2012 marca retorno dos júri popular em MS, suspensos há 6 meses devido à pandemia


Estudantes, familiares e população em geral acompanham só pela internet. No plenário, apenas o réu, partes, juiz e jurados. Tudo de acordo com as medidas de biossegurança. Estátua que representa a justiça, em frente ao plenário do Tribunal do Júri
Eduardo Almeida/TV Morena
Um crime ocorrido no ano de 2012 marca a retomada, nesta quarta-feira (16), dos júris popular em Campo Grande, os quais estavam suspensos desde março por conta da pandemia de Covid-19. A sessão ocorre com uma série de diferenças em relação ao padrão de antes da paralisação dos julgamentos.
O retorno dos júris estava previsto para terça-feira (15), com o julgamento de Igor Cesar de Oliveira, acusado de matar um motorista de aplicativo em maio de 2019 em Campo Grande. Mas, a sessão foi adiada a pedido da defesa do réu e ainda não possui uma nova data.
Crime
O réu a ser julgado neste primeiro júri com medidas de biossegurança é um homem de 37 anos que tentou matar o ex-chefe, de 48. Ele invadiu a casa da vítima e atirou.O alvo sobreviveu e o acusado está preso.
Biossegurança
A partir de agora, o acompanhamento do julgamento pelo público será feito pela transmissão ao vivo das sessões pelo Youtube do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), isto incluiu os familiares dos envolvidos, universitários e imprensa.
No plenário somente terão acesso o juiz, promotor, defesa, os sete jurados sorteados e os réus. Todos estarão de máscara Os depoimentos de testemunhas serão realizados por videoconferência.
Com relação a distribuição dos lugares de quem estará no plenário, dentro do cercadinho estarão defesa de um lado e promotor de outro. Este último, no lugar que antes ocupado pelos jurados. O juiz ficará na bancado do fundo e os jurados estarão distribuídos em lugares pré determinados no plenário antes ocupado pelo público.
O uso de máscara será obrigatório, haverá aferição de temperatura e a disponibilização de álcool em gel.
Álcool em gel na entrada do plenário
Eduardo Almeida/TV Morena
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