Coronavírus: Hortolândia sinaliza reabertura de escolas municipais em outubro; Americana e Sumaré preveem novas avaliações


Hortolândia diz que aguarda comunicado do Estado com data para liberação de atividades. Americana planeja nova avaliação no fim de setembro, e Sumaré prepara protocolos. Hortolândia sinaliza retomada das aulas em outubro
Tamarcus Brown / Unsplash
Hortolândia (SP) sinalizou nesta terça-feira (15) que a retomada das aulas presenciais em escolas municipais deve ocorrer a partir de 7 outubro, data que foi anunciada pelo governo do Estado como início para liberação das atividades. Por outro lado, Americana (SP) e Sumaré (SP) preveem novas avaliações sobre as condições sanitárias antes de definir uma data – veja abaixo detalhes.
Indaiatuba (SP) confirmou pela manhã que não haverá volta às aulas presenciais na rede pública até dezembro. Já Campinas (SP) estendeu a proibição até 6 de outubro, mas adiantou que, a partir do dia seguinte, irá liberar a retomada de atividades para alunos do 5º e 9º anos do ensino fundamental.
Entenda como será a volta às aulas presenciais no Estado a partir de 7 de outubro
Hortolândia
Ao G1, a administração informou que segue o calendário e as determinações do Estado. Em agosto, o governador João Doria (PSDB) anunciou que a liberação deve ocorrer em 7 de outubro, mas escolas de regiões que estão na fase amarela do plano de flexibilização econômica há 28 dias poderiam antecipar a reabertura para reforço escolar e atividades opcionais a partir de 8 de setembro.
“A administração municipal segue o calendário e as determinações do governo do Estado, e aguarda a data oficial de liberação das atividades. As aulas da rede municipal continuam em regime remoto de educação, com ferramentas como o Blog Educação”, diz nota da prefeitura ao mencionar que o Comitê de Prevenção e Enfrentamento do Coronavírus trabalha na elaboração de um protocolo sanitário e que avalia diariamente o cenário para garantir a segurança dos alunos e profissionais da educação.
Hortolândia liberou na segunda-feira a retomada de atividades presenciais por instituições particulares da educação básica, profissional e de ensino superior, desde que cumpram regras do protocolo municipal. Sobre as escolas estaduais, a assessoria ressaltou que elas podem voltar a receber estudantes gradualmente, desde que cumpram as regras estabelecidas pelo Estado.
Americana
A administração informou, por meio de assessoria, que as aulas presenciais nas redes municipal, estadual e particular estão descartadas em setembro.
Com isso, a expectativa é de que as secretarias de Educação e da Saúde reavaliem a situação sanitária no fim deste mês para definir, então, se a reabertura das unidades será autorizada a partir de outubro.
Sumaré
À administração informou à reportagem que, por enquanto, as atividades remotas de ensino estão mantidas na rede municipal de ensino. Não há previsão de quando as unidades serão reabertas.
“A decisão foi tomada após realização de pesquisa de opinião com a comunidade escolar, pais de alunos e responsáveis das escolas municipais e conveniadas, em que 87% das 12.636 respostas obtidas optaram pelo não retorno das atividades presenciais”, diz texto da assessoria.
Por outro lado, em decreto do dia 11 de setembro, o governo destaca que a Secretaria de Educação terá de publicar protocolos sobre as condições sanitárias no município e a “compatibilidade” entre o cenário com a segurança dos alunos, profissionais e familiares deles. “A flexibilização e reabertura das escolas municipais e conveniadas, de forma gradual […] seguirá sendo avaliada”, diz nota do Executivo.
Levando em consideração que o atual momento da pandemia do novo coronavírus requer a continuidade dos bons níveis de proteção individual e coletiva, o Comitê Intersetorial para Ações de Retorno às aulas presenciais em Sumaré definiu pela manutenção do ensino remoto na Rede Pública Municipal de Ensino e das escolas conveniadas.
No caso das instituições particulares de educação básica, profissional e ensino superior, a administração diz que fica a critério da coordenação de cada unidade estabelecer o retorno, desde que sejam atendidos os protocolos definidos pelo Estado e normas complementares da Educação.
A prefeitura não comentou sobre as instituições estaduais até esta publicação.
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