Conversamos com Rodrigo Peirão, gerente de marketing da Beck’s para saber os planos da marca junto à cena eletrônica nacional

Conversamos com Rodrigo Peirão, gerente de marketing da Beck’s para saber os planos da marca junto à cena eletrônica nacional

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O cenário da música eletrônica no Brasil vem crescendo de forma exponencial desde meados de 2015, com a alta do dólar e consequentemente do euro, artistas internacionais da cena comercial foram perdendo espaço para novos talentos que foram surgindo na cena nacional. Talentos que cresceram de forma acelerada e ainda vão crescer muito no cenário pós pandemia que iremos presenciar quando o setor do entretenimento voltar a movimentar.

Nosso convidado de ontem na Entrevista foi o gerente de marketing da Beck’s, cerveja alemã que chegou ao Brasil no final do ano passado e é comercializada pela Ambev. A cerveja que é puro malte, com um certo amargor que para muitos é um pouco difícil de curtir logo de cara, vem sendo a menina dos olhos para a cena eletrônica durante a pandemia do coronavírus.
A Beck’s foi a única marca que vimos realmente investindo pesado na cena enquanto várias marcas estão com o freio de mão puxado nesse momento delicado que estamos passando com a pandemia do coronavírus.

A marca iniciou o seu trabalho apoiando diversas lives, desde artistas e festas menores até que no dia 07 de julho a live com o DJ e produtor Vintage Culture gerou o buzz e engajamento para a marca que jamais tinha sido visto antes na cena eletrônica. Um palco a 20m de altura na ponte estaiada em São Paulo. Foi assim o start para o Unlock Beck’s, o primeiro grande passo de posicionamento da marca no Brasil. O artista que comemorou seus 27 anos realizando essa live, é atualmente o mais inovador da cena e possui uma legião de fãs engajados nas redes sociais, o que viralizou rapidamente o conteúdo.

A Beck’s também foi a principal cerveja na primeira edição virtual do Tomorrowland, assinando o palco Freedom, antes assinado pela Budweiser, cerveja que também faz parte do portfólio da Ambev. Para Peirão, a Beck’s se unir ao Vintage Culture é com certeza uma oportunidade de conhecer o lado inovador do artista e de querer fazer coisas diferentes, fora da caixa mas onde ele acredita que o propósito tem toda a essência do trabalho dele. Já para o Tomorrowland, a marca destravou toda a experiência digital do festival para os brasileiros. Onde diversos artistas e players do mercado receberam um kit especial da Beck’s com um experiência em realidade aumentada, contando a história da música eletrônica diante da linha do tempo do festival.

freedom

A Beck’s também chega ao mercado para fomentar a cultura e a arte urbana. A marca que foi uma das patrocinadoras do Drive Thru Art, exposição artística que veio para revolucionar a forma como consumimos arte, foi realizada na Arca Spaces, em São Paulo. A ideia do projeto é uma exposição de arte em formato de drive thru onde os espectadores visitam dentro de carros, por meio de um circuito. A expografia foi planejada em estações, e a orientação foi feita a partir de um guia virtual, encontrado no QR code do bilhete. A curadoria foi feita pelo Luis Maluf, onde dezoito artistas brasileiros, com pesquisas intimamente conectadas ao espírito do nosso tempo, foram selecionados para apresentar seus trabalhos em grandes painéis, trazendo as ruas da cidade para dentro de um galpão monumental.
Já no próximo mês a Beck’s irá patrocinar um projeto junto ao Pivô, uma associação cultural sem fins lucrativos, fundada em 2012 e que atua como plataforma de intercâmbio e experimentação artística a partir do seu espaço no Edifício Copan, no centro de São Paulo. O objetivo principal da instituição é fomentar e divulgar a produção artística local e criar um espaço livre e aberto para a interlocução entre diversos agentes do campo da cultura contemporânea, em esfera nacional e internacional.

Ao ser questionado sobre o que a Beck’s espera dos produtores de evento e também sobre os projetos que são enviados para avaliação da equipe, Peirão disse que a marca busca projetos que tenham verdade, algo que os produtores acreditam ser inovador, fora da caixa, não basta apenas querer fazer mas mostrar o por que está fazendo aquilo.

A Beck’s também já tem duas grandes casas noturnas parceiras, Green Valley e Laroc, os maiores clubes do Brasil. Onde as atividades estão suspensas por enquanto, mas o público pode esperar saborear muita Beck’s durante a realização dos eventos nessas casas.

Sobre os planos da marca ainda estão por vir algumas lives com experiências fora da curva, o DJ e produtor KVSH, realizou uma live no gramado do Mineirão e irá ao ar no próximo dia 20 em seu canal do Youtube. No mais, Peirão espera que logo seja aprovada uma vacina para as atividades do setor do entretenimento retornarem com força total e a Beck’s possa fomentar mais e mais a cena eletrônica em nosso país.

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