Carlos Ghosn analisa crise e chama números da Nissan-Renault de ‘patéticos’

Carlos Ghosn, ex-CEO da aliança Renault-Nissan, está morando no Líbano desde dezembro de 2019, depois de fugir do Japão - Eric Piermont/AFP

Carlos Ghosn, ex-CEO da aliança Renault-Nissan, está morando no Líbano desde dezembro de 2019, depois de fugir do Japão Imagem: Eric Piermont/AFP

O empresário Carlos Ghosn chamou de “patéticos” os resultados apresentados pelas montadoras Nissan e Renault durante a crise causada pela pandemia de coronavírus. O ex-presidente das empresas foi preso em 2018 e ficou em prisão domiciliar até o fim do ano passado.

“Acho patéticos os resultados da Nissan e da Renault. Não existe mais uma mistura real de gestão entre Renault e Nissan, mas uma distância desconfiada”, disse o brasileiro em entrevista ao jornal francês “Le Parisien”.

O ex-presidente da aliança Nissan-Renault disse que as duas empresas tiveram queda de 55% e 70% nas ações, respectivamente.

Comparando com outras montadoras, Ghosn afirmou que “todos estão enfrentando a mesma crise, mas a Renault e a Nissan estão sendo punidas mais que as outras.

Ghosn está no Líbano desde o ano passado, quando fugiu do Japão. Ele foi preso em 2018 e ficou em prisão domiciliar entre abril e dezembro do ano passado.

O ex-mandatário nega as acusações de omitir parte de seus rendimentos e usar fundos das montadoras que comandava — incluindo a Mitsubishi Motors — para fins pessoais.

Na semana passada, o jornal japonês “The Japan Times” publicou reportagem com e-mails que sugerem que executivos da Nissan queriam tirá-lo da frente da aliança em 2018.

Com Agências

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