Campinas tem 65,5% dos leitos de UTI Covid ocupados nesta segunda, 14 de setembro


Metrópole tem 308 leitos de terapia intensiva exclusivos para coronavírus nas redes pública e particular, e 202 estão ocupados. Hospital Mário Gatti, em Campinas
Reprodução/EPTV
Campinas (SP) registra taxa de ocupação de 65,58% dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) exclusivos para tratamento da Covid-19 nesta segunda-feira (14). De acordo com a prefeitura, a cidade conta com um total de 308 leitos nas redes pública e particular, sendo que 202 estão preenchidos e 106 estão livres.
Veja a situação em cada rede:
SUS Municipal: 141 leitos no total, dos quais 93 estão ocupados, o que equivale à taxa de 65,9%. Há 48 leitos vagos.
SUS Estadual (AME + HC da Unicamp): 63 leitos, sendo 41 preenchidos, o que corresponde a 65%. Há 22 leitos livres.
Particular: dos 104 leitos, 68 estão ocupados, o equivalente a 65,3%. Há 36 leitos vazios.
Durante a coletiva em que a prefeitura apresentou novos dados do coronavírus, o secretário de Saúde, Carmino de Souza, falou sobre a queda na média de novos casos, mortes e internações, e disse que, aos poucos, a cidade está estabilizando também a oferta de leitos para outras doenças.
“A ocupação dos leitos Covid tem ficado em torno de 60, 65%, e a UTI não Covid na faixa de 70, 75%. Nós pretendemos chegar aos 90 leitos não Covid no fim deste mês. Estamos com aproximadamente 70”, disse.
Somados, SUS Municipal e Estadual têm 70 leitos livres nesta segunda-feira, e 134 estão ocupados. A oferta de vagas em hospitais de gestão estadual é de 63. Veja, abaixo, o cenário da rede pública ao longo da pandemia.
Casos de Covid-19
Campinas confirmou na tarde desta segunda mais cinco mortes por coronavírus, o que fez o total chegar a 1.125 desde o início da pandemia. Além disso, o boletim da administração mostra mais 85 moradores infectados e, com isso, a soma aumentou para 30.345.
Os novos casos e mortes contabilizados pelo governo municipal não significam, necessariamente, que ocorreram de um dia para o outro, mas sim que foram registrados no sistema nas últimas 24 horas, após resultado dos exames.
Formas erradas e corretas de usar máscara de proteção contra o coronavírus
Arte/G1
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