A assessoria da modelo e bailarina do Programa Domingão do Faustão, Natacha Horana, 28 anos, se manifestou sobre a prisão da mulher durante uma festa clandestina realizada na noite de domingo, dia 19, em um apartamento de luxo em Balneário Camboriú.

A nota afirma que Natacha ficou muito abalada com a repercussão do caso e buscará as medidas judiciais cabíveis contra os agentes que teriam cometido o abuso contra ela.

A bailarina ainda negou que tenha realizado qualquer agressão física ou verbal aos agentes. Natacha foi algemada e levada até a delegacia, onde assinou um termo e foi liberada para retornar ao apartamento.

Entenda o caso

A dançarina do Programa do Faustão, e ex Dança dos Famosos, Natacha Hohana de 28 anos, foi presa após desacatar e agredir servidores durante a interdição de uma festa na noite deste domingo, 19.

O apartamento de luxo na Rua 2100, foi alugado por turistas do Rio de Janeiro. A PM recebeu uma denúncia que acontecia uma festa no local e pediu apoio da GM e dos fiscais da prefeitura para realizar a abordagem.

Ao chegar ao local, a fiscalização se deparou com uma festa com mais de 20 participantes, regada muita bebida e pessoas de vários estados. Em revistas foram encontradas porções de maconha e skank. Ao abordar Natacha, ela se trancou em um comodo do apartamento tentando prejudicar o trabalho da fiscalização. Quando conseguiram revista-la, ela desacatou e agrediu um dos servidores. A dançarina estava visivelmente embriagada e muito alterada.

Entre os participantes da festa estavam modelos, jogadores de futebol e uma médica. Os dados de todos os envolvidos foram colhidos e será enviado para o Ministério Público por atentarem contra a saúde pública.

Na delegacia, ela insultava policiais, escrivão e o delegado. Mesmo assim, ela acusa os agentes de abuso de autoridade. Toda a ação foi registrada em vídeos que, provavelmente, servirão em uma ação judicial.

Confira a nota 

Considerando a repercussão ocasionada pelo vídeo em que Natacha Horana aparece algemada e sendo levada por uma viatura da Guarda Municipal de Balneário Camboriú, em Santa Catarina, a bailarina do Domingão do Faustão, por meio de sua assessoria de imprensa, vem a público esclarecer a situação.

Natacha alugou um apartamento com dois amigos próximos na cidade e os mesmos convidaram cerca de dez pessoas para uma reunião social. Após receber um chamado, guardas municipais invadiram o apartamento juntamente com fiscais municipais, sem que ninguém da casa permitisse o ingresso dos agentes.

A bailarina estava dentro de seu quarto durante todo o período da reunião e por não estar participando, acreditou que não seria necessário abrir a porta do cômodo em que já estava acomodada. Exaltados e sem paciência para explicação, rapidamente os agentes da Guarda Municipal de Balneário Camboriú, então, arrombaram a porta do cômodo.

Deixamos aqui o nosso lamento pela atitude precipitada dos agentes que deveriam causar acalento e acabaram gerando medo invadindo o quarto que uma mulher estava sozinha dentro. Contudo e mais uma vez de forma arbitrária, os guardas municipais a algemaram e a conduziram à delegacia na viatura da guarda. E

m nenhum momento a modelo agrediu física ou verbalmente os agentes, o respeito foi mantido a todo momento pelo lado de Natacha. Na delegacia, a dançarina assinou um termo e pôde voltar para o apartamento.

Natacha está muito abalada por toda esta situação e a repercussão da mesma. O advogado da modelo, Carlos Felipe Guimarães, esclareceu que a ação dos agentes foi incorreta.

Ele explicou que os guardas municipais só poderiam agir e entrar sem autorização na residência em caso de flagrante delito, o que não se constatou. Segundo o advogado criminal, Natacha não cometeu qualquer crime, pois sequer estava reunida com as demais pessoas presentes no local. Ele também afirma que tomará todas as medidas judiciais cabíveis contra os agentes que cometeram o abuso.

‘Inadmissível a postura dos agentes, pois não havia situação de flagrante delito que justificasse a invasão do apartamento, bem como detiveram Natacha a força sob fundamentos ilegais, além dos guardas usurparem a função da Polícia Militar, estabelecida na Constituição Federal’, pontua o especialista.