Assessoria de Imprensa da Sanepar/Norte faz esclarecimento; platinense acusado de fraudes

Servidores da Sanepar e empresários fraudaram algumas licitações

Quinze pessoas foram presas nesta segunda-feira (20) , incluindo um platinense de 66 anos, numa operação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), que investiga fraudes em licitações e pagamentos por serviços que não foram prestados envolvendo a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar).

O alvo da ação são servidores da Sanepar e empresários, (da Martins) de acordo com o Ministério Público do Paraná (MP-PR).

A operação, batizada de “Ductos”, cumpriu 15 mandados de prisão temporária e 50 ordens de busca e apreensão emitidas pela 1ª Vara Criminal de Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná.

Até o fim da tarde de segunda-feira, um mandado de prisão ainda não havia sido cumprido pelo Gaeco.

Segundo o MP-PR os mandados foram cumpridos em Ponta Grossa, Telêmaco Borba, Cornélio Procópio, Santo Antônio da Platina e Curitiba.

As buscas aconteceram em 37 casas de investigados e 13 empresas. Segundo o Gaeco, houve mandados de busca em sedes da Sanepar. Ao todo, segundo o MP-PR, a operação também inclui o bloqueio de bens de 22 pessoas e empresas. O órgão não informou quantos dos alvos são funcionários da companhia e quantos são empresários.

Investigações – As investigações começaram em 2018 e apontam que houve benefício ilegal a empresas, mediante o pagamento de propina a servidores da Sanepar. Uma das empresas investigadas é apontada pelo MP como a principal beneficiada pelo esquema. Segundo o Ministério Público, esta empresa organizava o pagamento de propinas aos servidores.

“Esses pagamentos aconteciam de várias formas. Havia o pagamento de festas a esses servidores, eles também recebiam uma espécie de vale de uma das empresas”, afirmou a promotora do MP-PR, Fernanda Basso Silvério.
As investigações apontam que servidores faziam medições falsas e não fiscalizavam o cumprimento de contratos de empresas contratadas pela companhia. Os promotores suspeitam que empresas organizavam entre si o resultado de processos licitatórios, a partir do acesso a informações internas da Sanepar.

A jornalista Carina Paccola(Assessora de Imprensa da Sanepar/Norte) , a pedido do npdiario,  divulgou o seguinte esclarecimento:

“A diretoria da Sanepar está acompanhando o trabalho do GAECO na operação Ductos, que teve início há dois anos. A empresa está disponibilizando todas as informações e franqueando o acesso a todas às suas unidades, bem como a documentos e equipamentos em todas as áreas.
A Sanepar aguarda o resultado das investigações para proceder também as medidas administrativas cabíveis.
A diretoria da empresa reafirma o compromisso com medidas de probidade e reitera apoio irrestrito a esta investigação e se coloca como parte interessada.
Todos os funcionários envolvidos na operação do GAECO estão sendo afastados e, internamente, a Companhia também está tomando todas as providências para apurar os fatos e possíveis condutas de empregados e fornecedores”.

Com Agências

Assessoria de Imprensa da Sanepar/Norte faz esclarecimento; platinense acusado de fraudes

Servidores da Sanepar e empresários fraudaram algumas licitações

Quinze pessoas foram presas nesta segunda-feira (20) , incluindo um platinense de 66 anos, numa operação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), que investiga fraudes em licitações e pagamentos por serviços que não foram prestados envolvendo a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar).

O alvo da ação são servidores da Sanepar e empresários, (da Martins) de acordo com o Ministério Público do Paraná (MP-PR).

A operação, batizada de “Ductos”, cumpriu 15 mandados de prisão temporária e 50 ordens de busca e apreensão emitidas pela 1ª Vara Criminal de Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná.

Até o fim da tarde de segunda-feira, um mandado de prisão ainda não havia sido cumprido pelo Gaeco.

Segundo o MP-PR os mandados foram cumpridos em Ponta Grossa, Telêmaco Borba, Cornélio Procópio, Santo Antônio da Platina e Curitiba.

As buscas aconteceram em 37 casas de investigados e 13 empresas. Segundo o Gaeco, houve mandados de busca em sedes da Sanepar. Ao todo, segundo o MP-PR, a operação também inclui o bloqueio de bens de 22 pessoas e empresas. O órgão não informou quantos dos alvos são funcionários da companhia e quantos são empresários.

Investigações – As investigações começaram em 2018 e apontam que houve benefício ilegal a empresas, mediante o pagamento de propina a servidores da Sanepar. Uma das empresas investigadas é apontada pelo MP como a principal beneficiada pelo esquema. Segundo o Ministério Público, esta empresa organizava o pagamento de propinas aos servidores.

“Esses pagamentos aconteciam de várias formas. Havia o pagamento de festas a esses servidores, eles também recebiam uma espécie de vale de uma das empresas”, afirmou a promotora do MP-PR, Fernanda Basso Silvério.
As investigações apontam que servidores faziam medições falsas e não fiscalizavam o cumprimento de contratos de empresas contratadas pela companhia. Os promotores suspeitam que empresas organizavam entre si o resultado de processos licitatórios, a partir do acesso a informações internas da Sanepar.

A jornalista Carina Paccola(Assessora de Imprensa da Sanepar/Norte) , a pedido do npdiario,  divulgou o seguinte esclarecimento:

“A diretoria da Sanepar está acompanhando o trabalho do GAECO na operação Ductos, que teve início há dois anos. A empresa está disponibilizando todas as informações e franqueando o acesso a todas às suas unidades, bem como a documentos e equipamentos em todas as áreas.
A Sanepar aguarda o resultado das investigações para proceder também as medidas administrativas cabíveis.
A diretoria da empresa reafirma o compromisso com medidas de probidade e reitera apoio irrestrito a esta investigação e se coloca como parte interessada.
Todos os funcionários envolvidos na operação do GAECO estão sendo afastados e, internamente, a Companhia também está tomando todas as providências para apurar os fatos e possíveis condutas de empregados e fornecedores”.

Com Agências

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