A cantora palhocense Emily Wendy não vê a hora desta pandemia acabar pra fazer o que mais gosta: cantar em festas e barzinhos. Talento e capacidade não lhe faltam

Treinadores retranqueiros
A grande maioria dos torcedores e fãs do bom futebol prefere assistir a um jogo com trocas sucessivas de passes, dribles; um jogo que se torne um espetáculo! Ainda assim, temos técnicos que, mesmo competentes e vitoriosos, não querem montar seus times para praticar esse tipo de futebol. Geralmente, eles são apelidados de “treinadores retranqueiros”. Foi assim com Rodrigo Santana, que passou pelo Avaí recentemente. São os “professores”, que, quando veem seus times ganhando, fazem substituições para se defender, e quando estão perdendo, colocam jogadores para atacar. Esses são os famosos retranqueiros. Assim, não há time que aguente.

Sem precisar vender
Quando o assunto é idade, no meio futebolístico, há certo preconceito que abrange diversos sentidos, como alto desempenho e alta performance física durante uma partida. Os jogadores que compõem a zaga do Avaí são: o experiente Betão, com 36 anos; Ralf, outro jogador rodado, com 36 anos; Airton, com 35; e Rafael, com 36. Tudo bem que mesclar experiência com juventude é algo necessário num bom elenco. Todavia, aproveitar mais os bons jogadores das categorias de base também é algo necessário, sem precisar vender boas revelações. Foi assim com Gabriel, que está trocando o futebol francês pelo inglês, e Guga, que é titular no Atlético-MG e está sendo pretendido pelo Flamengo.

Não vejo demérito
Não vejo demérito algum no fato do Figueirense ter sido eliminado deste Estadual pelo Juventus, de Jaraguá do Sul. O Moleque Travesso pode não ter a tradição, a história e as conquistas que o Alvinegro possui no futebol catarinense. Vergonhosa foi a maneira como o time jogou dentro de sua casa e foi goleado, dando adeus ao Catarinão 2020. O técnico Jorginho surpreendeu a todos, montando um esquema tático quase perfeito, dando um nó no esquema tático do treinador alvinegro, que teve tempo de corrigir os erros de seu time e não fez. E, para amenizar a frustração do torcedor alvinegro, não foi só o Figueirense que deu esse vexame. O São Paulo também, em pleno Morumbi, conseguiu ser desclassificado pelo modesto time do Mirassol. Fazia tempo que a capital não ficava sem um representante na semifinal.

Muito trabalho
Assim como foi em Chapecó, quando a Chape meteu 2×0 no Leão, a Chapecoense saiu do Oeste, chegou a Florianópolis e, dentro de uma Ressacada totalmente vazia, por conta da Covid-19, encontrou um Avaí sem alma, muito lento, que mais parecia não ser aquele time que entrou na disputa deste Catarinão com um elenco nada barato e que era um dos favoritos ao título deste ano. O bom time do Oeste catarinense veio a Florianópolis com uma tática muito bem definida, apresentou um futebol competente e aplicado e saiu daqui com um empate em 1×1 que tirou o Avaí das semifinais. Geninho terá muito trabalho para avaliar e fazer as devidas correções nesse time para a Série B.

Via retal
O prefeito da cidade de Itajaí, Volnei Morastoni (MDB), que também é médico, vem causando algumas polêmicas durante esta pandemia do coronavírus, com procedimentos fora dos padrões da OMS. Depois de defender o uso da cloroquina e da ivermectina no combate à Covid-19, Morastoni causou uma grande controvérsia na internet, após aparecer em um vídeo oferecendo tratamento com ozônio via retal. Diz o prefeito que é uma aplicação “tranquilíssima” e “rapidíssima”, através de um cateter fininho. Isso bastou para o criativo povo brasileiro fazer as suas zoações. Se a moda pega por aqui, hein?! Cala-te, boca!

Ninguém cobra
A grande maioria do nosso povo com alguma vivência, outros nem tanto, já atravessou o deserto algumas ou várias vezes. Seja no plano político, coletivo, individual, familiar ou profissional. Nesta época de pestilência, a travessia pelo deserto parece que ainda vai se alongar, sem perspectiva de findar este sacrifício que está sendo padecido pelo isolamento, sem a autorização de torcedores nas arquibancadas. Por conta disso, a crise brasileira se agrava e as dívidas nos nossos clubes só tendem a aumentar, atingindo cifras exorbitantes, e ninguém sabe como eles irão pagar tudo isso. Enquanto isso, os nossos dirigentes gastam em contratações desnecessárias e ninguém cobra.

DROPS DA ARQUIBANCADA
Nesta semana, Santa Catarina perdeu um grande comunicador. Morreu, na tarde desta quarta-feira (5), o meu bom amigo Valter Souza, aos 80 anos, por problemas sérios de saúde. Valter trabalhou no rádio e na televisão catarinense. Deixou um grande legado.
Também é com tristeza que recebi a notícia da morte das minhas boas amigas Maria Helena Soares dos Anjos, a minha querida Leninha, e da Alessandra Klettenberg, a nossa Lele. Aos familiares e amigos, a coluna presta suas homenagens póstumas.
Como diria o velho ditado: “Águas passadas não movem moinho”. O Figueirense deve ter deixado o passado para trás, e agora é focar no início da Segundona brasileira e no seguimento da Copa do Brasil.
Por enquanto, o Concórdia está garantido na primeira divisão do nosso futebol em 2021, já que derrotou o Tubarão por 2×0. Só que o Tubarão entrou com um recurso no TJD, alegando ser prejudicado por conta da pandemia. Por conta disso, o Peixe do Sul ainda não foi rebaixado.
O Náutico, primeiro adversário do Avaí na Ressacada, neste sábado, pela Série B, vem para Floripa com umas figurinhas carimbadas do nosso futebol: o meia Jorge Henrique, que já defendeu o Figueirense, e o técnico Gilmar Dall Pozzo, que já foi goleiro do Leão.

CARTÃO ROSA para o bom atacante Edu, que não vê ninguém encostar na tabela de artilharia. Até o fechamento desta edição, Edu estava com 8 gols. Um bom nome, que vem despertando interesse de alguns clubes do Brasil e de Santa Catarina.

CARTÃO VERMELHO para a violência doméstica que sofrem as nossas mulheres todos os dias. São mulheres que morrem vítimas de feminicídio, são mulheres que perdem suas vidas brutalmente pelo simples fato de serem mulheres. Este flagelo, que existe há muito tempo em nossa sociedade, aumenta ainda mais em época de confinamento. É preciso dar um basta.

Pensamento do Bambi
Na reta final das eleições, os candidatos ficam iguais a Chitãozinho e Chororó: vão negando as aparências, disfarçando as evidências.

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