Suspeito de matar engenheiro que estava desparecido é preso em Salvador

Nivaldo morreu asfixiado

Divulgação/ Polícia Civil

Um dos responsáveis pela morte do engenheiro elétrico Nivaldo Castor de Cerqueira foi preso nesta sexta-feira (2), em Salvador. De acordo com a Polícia Civil, Dejailton Soares dos Santos, apelidado de Bruno Ilha, de 27 anos, se aproveitou da relação que tinha com a vítima para cometer o crime.

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Bruno disse que precisava de R$ 1,5 mil para ajudar o irmão, Anderson, que está preso em Lauro de Freitas, na região metropolitana de Salvador. Por isso, ele combinou com dois comparsas para roubar os cartões de Nivaldo depois que os dois chegassem no carro da vítima, em Ipitanga..

Ainda segundo a polícia, Bruno esperava que o engenheiro não desconfiasse da sua participação no assalto. Nivaldo foi colocado no porta-malas de seu próprio veículo, um  Volkswagen Fox, enquanto o trio então fazia diversos saques em caixas eletrônicos, retirando a soma de R$ 990.

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O suspeito disse que, ao perceber que a vítima não tinha tanto dinheiro, os criminosos resolveram tirá-lo do porta-malas do veículo, mas o homem já estava morto. Essa versão ainda está sendo investigada, já que a perícia encontrou uma marca no pescoço da vítima, que pode indicar asfixia mecânica.

Na semana passada, a família do engenheiro registrou o desaparecimento dele polícia. Nivaldo tinha sido visto pela última vez no estacionamento de um hipermercado, localizado na Avenida ACM, quando deixou um funcionário, por volta das 20h, do dia 23.

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A partir de depoimentos de amigos e familiares, a polícia chegou até Bruno Ilha e passou a monitorá-lo. Durante as investigações, a delegacia  conseguiu imagens dele usando o cartão de crédito do engenheiro no dia do crime.

Na última segunda (29), seis dias depois do desaparecimento, o veículo de Nivaldo foi encontrado em Simões Filho, mesmo município onde o corpo dele foi achado, enterrado em uma cova rasa, na quinta-feira (1º).

O aparelho celular do engenheiro foi vendido em um site de comércio eletrônico e o comprador foi conduzido ao DHPP, ouvido e liberado em seguida. O mesmo aconteceu com a companheira de Bruno Ilha. Ele já está à disposição da Justiça. A polícia ainda trabalha na identificação dos demais comparsas envolvidos no crime.

Fonte: noticias.r7

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