O vampiro e o gago

Dalton Trevisan jamais perdoou Otto Maria Carpeaux. Até hoje, chama-o de “o gago”. Em fevereiro de 1959, a José Olympio mandou para as livrarias “Novelas Nada Exemplares”, primeira obra do autor, àquela altura desconhecido, a ser publicada por grande editora. Ganhou o Jabuti, recebeu elogios de Otto Lara Resende, José Paulo Paes e Fausto Cunha e malho tremendo do crítico austríaco: “De um livro totalmente inútil o melhor seria nem falar”.
Leia mais (02/23/2019 – 02h00)
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