Leilão de petróleo ameaça pescadores, baleias, corais e atobás em Abrolhos

O óleo que emporcalha o Nordeste, do Ceará à Bahia, é só uma amostra do pesadelo de centenas de milhares de baianos que vivem da pesca, caso não se altere o leilão da Agência Nacional do Petróleo (ANP) na quinta-feira (10). Além de baleias, corais-cérebro, atobás, caranguejos…
 
Com ajuda do Ministério Público Federal, pescadores lutam para excluir da oferta de 36 blocos as quatro áreas que trazem perigo para o arquipélago de Abrolhos e dois extensos manguezais. O quarteto na bacia de Camumu-Almada arrecadaria meros R$ 10,8 milhões (0,34%) do total de R$ 3,2 bilhões esperados em bônus de assinatura.
 
Os blocos só permaneceram na 16ª rodada da ANP por intervenção direta do novo presidente do Ibama, Eduardo Bim. No início do governo Bolsonaro, em 1º de abril, Bim atropelou parecer contrário de técnicos subordinados e determinou que as áreas seguissem na oferta pública.
Leia mais (10/09/2019 – 12h21)
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