Iphan tomba acervo de Arthur Bispo do Rosário

RIO – O Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural do Instituto do patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) – órgão colegiado de decisão máxima do instituto para as questões relativas ao patrimônio material e imaterial do país – tombou nesta quarta-feira, por unanimidade, o acervo de Arthur Bispo do Rosário. A coleção principal é formada por 805 peças, entre elas estandartes, indumentárias, vitrines, fichários, móveis, objetos (recobertos com fio azul ou não) e vagões de espera. O acervo é composto por peças elaboradas em diversos materiais, como vidro, madeira, plástico, tecidos, linhas, botões, gesso, e diversos itens recolhidos do lixo e da sucata.

Pela manhã, o mesmo conselho, em reunião no Forte de Copacabana, tornou a literatura de cordel Patrimônio Cultural do Brasil, como adiantou Marina Caruso, em sua coluna no GLOBO.

O sergipano Arthur Bispo do Rosário ganhou destaque no universo da arte contemporânea sem querer. Seguindo as vozes que o ordenavam a reconstruir o mundo, deu início a suas obras, produzidas sem o propósito de serem consideradas culturais, geraram debates sobre os limites entre a arte e a loucura.

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