Gestão de hospitais vira polêmica no Rio e em São Paulo

RIO – O prefeito do Rio, Marcelo Crivella (PRB), não está sozinho na intenção de repassar três hospitais, hoje sob responsabilidade do município, para o governo estadual. Em São Paulo, o prefeito Bruno Covas (PSDB) copiou a ideia e quer repassar nada mens que 19 hospitais e 15 unidades de pronto atendimento para o governo paulista, como informou neste domingo o jornal ‘Folha de S. Paulo’.

Se em SP o governador João Doria (PSDB) está aberto ao diálogo, no Rio, Wilson Witzel (PSC) não quer nem saber do assunto. Aconselhado pelo secretário de Saúde, Edmar dos Santos, que diz “não ser o momento”, Witzel não cogita assumir os hospitais Rocha Faria (em Campo Grande), Albert Schweitzer (em Realengo) e Pedro II (em Santa Cruz) — os dois primeiros municipalizados na gestão do ex-prefeito Eduardo Paes (DEM). Crivella, porém, insiste em fazer com que Witzel cumpra promessa de campanha de retomar, ao menos, a gestão do Rocha Faria e do Albert Schweitzer.

O prefeito chegou, inclusive, a colocar o repasse das unidades de saúde como condição para ceder a administração do Sambódromo ao Palácio Guanabara.

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