Denúncias de queimadas podem ser feitas pelo WhatsApp durante período de estiagem


Denúncias serão direcionadas para a Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) e distribuídas para os órgãos de combate. Veja como vai funcionar o serviço. Homens combatendo incêndio em área de mata
Fernando Alves/Semarh
A partir deste domingo (1º) um novo canal de atendimento será aberto para denúncias de crimes ambientais relacionados ao uso do fogo, o WhatsApp Ambiental. O serviço vai funcionar no número 99988-0030 e busca dar mais celeridade às ações de combate. A iniciativa é da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh).
O Whatsapp Ambiental ficará disponível durante todo o período de estiagem. Quem for fazer uma denúncia precisará enviar fotos ou vídeos, além de informar o horário em que viu o incêndio ou o flagrante e informar o local exato. Essas informações serão compiladas e enviadas ao Corpo de Bombeiros e órgãos que atuam no combate aos crimes ambientais e queimadas.
As informações também devem subsidiar os trabalhos de prevenção, educação e fiscalização ambiental junto ao Comitê do Fogo, que faz visitas aos municípios.
Neste ano, segundo a Secretaria, foram feitas 2.141 visitas a propriedades rurais dos municípios ranqueados com maior número de focos de calor no ano passado. Ao todo foram 19 cidades foram visitadas.
Denúncias poderão ser feitas pelo WhatsApp
Divulgação
Queimadas no Tocantins
Desde janeiro, o estado já acumula mais de 6,4 mil focos de queimadas. Menos da metade das prefeituras do Tocantins contratou brigadistas para combater queimadas durante o período seco em 2019. Dos 139 municípios, apenas 64 realizaram as contratações. Palmas é uma das cidades que está fora da lista. As informações são da Defesa Civil do Tocantins.
O Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) realizou a contratação de 60 brigadistas para atuação nas Unidades de Conservação (UC) do Tocantins. No mês de agosto grandes incêndios foram registrados na Serra do Lajeado e no Parque Estadual do Cantão, mas ambos foram controlados.
A atuação das Força Armadas no combate a incêndios foi autorizada pela presidência no Tocantins. Porém, ainda não houve uma ordem para que o exército comece a atuar.
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