Cícero prioriza posição recuada e esfria expectativa pelo ataque no Botafogo

A chegada de Cícero gerou a expectativa, em parte da torcida do Botafogo, de que Kieza teria concorrência no ataque. Apesar de ter feito carreira como meia, Cícero, de 1,83m, destaca-se no jogo aéreo. O próprio jogador, porém, tratou de frear os pedidos em sua apresentação oficial, na segunda-feira.

— Estou pronto para ajudar. Claro que jogar de atacante não é minha preferência. Prefiro ficar mais recuado, a maioria dos meus gols é jogando como segundo ou terceiro homem do meio.

Por estar parado desde que encerrou seu contrato com o Grêmio, em dezembro, Cícero passará mais tempo em recondicionamento físico. Ele não foi relacionado para o jogo desta quarta-feira, contra o Defensa y Justicia (ARG), que vale vaga na segunda fase da Sul-Americana.

Variadas de Esporte – 18.02

O jogador firmou contrato de uma temporada, mas há uma cláusula que dá chance de estender o vínculo até 2021. Tudo dependerá do rendimento. A idade, segundo ele, não é problema.

— No Brasil, falam que quem passa dos 30 está velho. Eu brinco que estou que nem vinho, cada vez melhor — afirmou o jogador, de 34 anos.

Enquanto vê Cícero chegar, o Botafogo perde por tempo indeterminado o zagueiro Carli, que sofreu uma entorse no joelho direito na partida contra o Campinense, na última quarta.

Carli está fora da viagem à Argentina para o duelo contra o Defensa y Justicia e terá de passar por uma artroscopia. O tempo exato de recuperação será determinado após a cirurgia, que acontecerá nos próximos dias.

O técnico Zé Ricardo, que ainda não tinha a confirmação da necessidade de cirurgia ao dar entrevista coletiva pela manhã, deu força a Marcelo Benevenuto, substituto do argentino amanhã.

— Ele vai dar conta do recado — disse Zé Ricardo.

Já o meia chileno Leo Valencia, recuperado de um trauma na panturrilha esquerda, está relacionado e pode até começar jogando.

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